Operação Hominis: Polícia Civil prende 4 pessoas e apreende armas e drogas em Bom Jesus

Na manhã de hoje (03), a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia (DP) de Bom Jesus – com o apoio operacional das unidades da 6ª DRP (Genarc, Gepatri, 1°e 2° DPs, Deam Goiatuba), 8ª DRP (DP de Edeia) e 19ª DRP (DP de Caldas Novas e DP de Morrinhos) -, deflagrou a Operação Hominis, destinada à repressão dos crimes de homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, ocasião em que foram cumpridos 9 mandados de busca e apreensão e ainda de prisão preventiva nas cidades de Bom Jesus e Edeia.

Um dos investigados chegou a fazer postagens em seu perfil, na rede social Facebook, afirmando que “mete bala na civil”, além de publicar diversas fotos portando armas de grosso calibre.

Durante a operação, foram presas quatro pessoas, bem como apreendidas porções de maconha, cocaína, balança de precisão, munições de calibre 9mm, .380 e .32, além de duas armas de fogo, sendo uma delas de calibre .9mm com numeração suprimida.

As investigações tiveram início no mês de maio deste ano, após o homicídio de um jovem de 21 anos, vítima de diversos disparos de arma de fogo, ocorrido no bairro Luís Carlos de Oliveira, na cidade de Bom Jesus. Na ocasião, um jovem de 19 anos também foi atingido com um tiro de raspão na cabeça.

Após diversas diligências, a investigação policial apurou o provável envolvimento de três indivíduos, moradores de Bom Jesus, no crime. De posse das informações, a Polícia Civil representou ao Poder Judiciário local pela prisão preventiva dos suspeitos e, após a concordância do Ministério Público, as ordens foram expedidas e cumpridas na manhã de hoje. Além dos suspeitos, um indivíduo de 19 anos também foi preso em flagrante delito por posse irregular de arma de fogo.

Os suspeitos foram localizados em suas residências, nas cidades de Bom Jesus e Edeia, onde foram presos e, autuados pelos crimes de tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo. Depois, foram conduzidos à Delegacia de Polícia onde foram interrogados e, em seguida, recolhidos na Unidade Prisional da região, onde permanecem à disposição da Justiça.

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