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Polícia Civil indicia médico por violação sexual de paciente em Iporá

A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Iporá, concluiu investigação e indiciou um médico ortopedista pelo crime de violação sexual mediante fraude, cometido contra uma paciente de Iporá no último dia 31 de maio.

Segundo as provas colhidas, a pretexto de realizar um exame físico nas costas da paciente, o médico pediu para que ela levasse as duas mãos para trás e, em seguida, colocou seu pênis ereto para fora da calça e o esfregou na vítima. A paciente se virou e visualizou o médico exibindo seu genital, então começou a gritar por socorro e foi rapidamente atendida por médicos e enfermeiras do hospital.

No mesmo dia, a prática do crime foi comunicada à direção e a vítima registrou a ocorrência na Delegacia de Polícia, dando início às investigações.

Em complemento, o delegado Igor Moreira afirma que obteve o contato de uma enfermeira que foi assediada sexualmente de forma semelhante pelo mesmo médico, que, sem seu consentimento, lhe exibiu o pênis ereto e tentou praticar sexo com ela em seu consultório.

A autoridade policial indiciou o suspeito pelo crime de até 6 anos de reclusão e pleiteou a suspensão temporária do exercício da medicina, aguardando-se decisão judicial. O Conselho Regional de Medicina de Goiás foi comunicado para instaurar processo disciplinar por infração ético-profissional.

O indiciado
Segundo o delegado Igor Moreira, o médico Otacílio Rodrigues de Barros Neto (foto) é ortopedista. Já trabalhou no Hospital Municipal de Iporá e atualmente atende no Hospital São Paulo e em outras cidades do interior.

A divulgação do nome do investigado segue o previsto nos artigos 8º e 11, caput e parágrafo único, da Portaria n.º 212/2019 do Delegado-Geral da Polícia Civil do Estado de Goiás, conforme redação dada pela Portaria Normativa n.º 02/2020 – SEAA/DAG/DGA/DGPC, no sentido de que “a divulgação da imagem, nome ou alcunha de indiciado ou investigado prevista no caput deste artigo deve estar amparada no interesse público ou da investigação”.

A autoridade policial explica que, nesse caso, o objetivo é identificar outras possíveis vítimas do autor. O delegado orienta a qualquer mulher que tenha sido vítima de atos semelhantes praticados pelo profissional para que procure a Delegacia da Mulher de Iporá, pessoalmente (Avenida Pio XII, 791, Centro) ou por telefone (64) 3603-7428.

Redaçãohttps://aderivaldo23.com
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