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Unidade Prisional de Sanclerlândia investe em projetos de ressocialização


A Gerência de Produção Agropecuária e Industrial da Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) e a direção da Unidade Prisional Regional (UPR) de Sanclerlândia começaram, na tarde dessa segunda-feira (07/06), as tratativas com representantes da prefeitura da cidade e do Ministério Público local para dar andamento no convênio que empregará cerca de 40 presos dos regimes aberto e semiaberto, o que representaria emprego para todos os custodiados da unidade que cumprem pena nesses regimes.

A UPR de Sanclerlândia, pertencente à 2ª Coordenação Regional Prisional (CRP) da Polícia Penal de Goiás, já é destaque nos projetos de ressocialização. O diretor da unidade, Fernando Camilo, conta que eles mantêm uma fábrica de blocos de concreto que emprega cerca de cinco presos. “O maquinário foi doado pelo Conselho da Comunidade local e a Prefeitura fornece todo material necessário para fabricação dos blocos”, explica Fernando.


Atualmente os blocos produzidos na unidade são usados para construção de uma nova ala no presídio que abrirá mais 44 vagas no sistema penitenciário goiano. A obra também é executada por presos e todos recebem remição na pena em contrapartida pelo trabalho realizado. A ampliação da unidade ainda prevê a criação do módulo de respeito, que garantirá novas vagas para a mão de obra carcerária.

Diante desse cenário, a direção da unidade também está com chamamento público para selecionar uma confecção que vai gerar mais 35 vagas de empregos para os detentos. “Nosso objetivo é proporcionar oportunidade de trabalho para todos os presos de Sanclerlândia e fazer desta unidade um modelo de ressocialização para todo Estado”, planeja a gerente de Produção Agropecuária e Industrial da DGAP, Alline Scaglia.

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e da DGAP, está focado na ampliação e otimização dos projetos de ressocialização, principalmente aqueles voltados para geração de emprego para a população carcerária do Estado, por entender que o preso precisa ser produtivo e que a oportunidade de ter uma profissão é o melhor caminho para não voltar à criminalidade.

Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP)
Comunicação Setorial

Fonte: SEAP GO
Redaçãohttps://aderivaldo23.com
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