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sábado, 23 de março, de 2019, 23:45 PM

POLÍCIA MILITAR

Do governo à oposição, políticos do DF repudiam vinda de Marcola, líder do PCC, facção criminosa

A transferência do presidiário Marcos Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola, de Porto Velho (RO) para o Presídio Federal de Brasília, na sexta-feira (22/3), acendeu o sinal de alerta entre as lideranças políticas do Distrito Federal. Por ser um dos criminosos mais perigosos do Brasil, há riscos para a segurança pública local, segundo avaliam os representantes eleitos do DF. O tema fez com que diferentes grupos ideológicos se unissem para tentar reverter a permanência do principal líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) a poucos quilômetros do centro do poder brasileiro. Vice-líder do governo Jair Bolsonaro (PSL) no Senado, Izalci Lucas (PSDB) ficou contrariado com a decisão unilateral do governo federal, tomada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. “Quando você traz um preso desse porte para Brasília, é natural que pessoas ligadas a ele se mudem para cá também”, frisou. Ainda segundo o congressista, “o grande problema hoje é que, mesmo em presídios de segurança máxima, os criminosos mantêm o comando do crime porque têm contato com advogados e parentes”. "É o cúmulo do absurdo você construir uma penitenciária federal para abrigar presos de alta periculosidade na capital de um país, perto do poder, das embaixadas. Esse complexo deveria ter sido feito longe, como na Ilha de Marajó, no Pará, ou até mesmo em Rondônia. Não no DF. É um risco enorme para a cidade" Izalci Lucas, senador pelo PSDB-DF e vice-líder do governo A deputada federal Paula Belmonte (PPS-DF) lembrou já ter enviado ao ministro Sergio Moro pedido para que o recém-inaugurado Presídio Federal de Brasília fosse desativado. O argumento é o mesmo de outros colegas de parlamento: a proximidade com os três Poderes. Paula ressaltou que a unidade, aberta parcialmente em outubro do ano passado, tem “baixíssima população carcerária confinada”, e sugeriu que a destinação dada à área, a qual funciona no Complexo Penitenciário da Papuda, seja repensada. Também integrante da bancada do DF no Congresso, a deputada Celina Leão (PP) é aliada de Bolsonaro na Câmara, mas criticou a transferência de Marcola. “Qual tipo de ajuda o governo federal vai dar para o GDF arcar com a estrutura necessária a fim de se evitar problemas? Nada, zero. É um absurdo. Já solicitei audiência com o ministro Moro”, afirmou. Segundo Celina, Brasília nunca havia abrigado integrantes de grandes facções. “Agora o governo Bolsonaro faz isso? Parece que aquele slogan de campanha , agora faz sentido. Mas é bom lembrar a quem tomou essa decisão que, assim como nós, da cidade, o Marcola será vizinho deles também, que moram aqui durante a semana.” Reações na Câmara Legislativa A chegada do líder da...

bombeiros e PMs preveem debandada com Previdência de militares

O déficit de pessoal nos quadros de policiais e bombeiros do DF pode se agravar ainda mais devido à proposta de reformulação da Previdênciados militares anunciada na quarta-feira (20/3) pelo governo federal. Segundo entidades representativas da Polícia Militar (PMDF) e do Corpo de Bombeiros (CBMDF), centenas de servidores que já têm o direito de solicitar a aposentadoria devem pedir baixa nas próximas semanas por temerem a perda de benefícios ou o aumento do tempo de serviço. As medidas divulgadas pela equipe econômica do Planalto afetam, além dessas duas corporações, o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. A Polícia Militar tem hoje, segundo o governador Ibaneis Rocha (MDB), cerca de 10,8 mil pessoas na ativa. O mínimo ideal, segundo a Lei Federal nº 12.086/2009, é de 18,6 mil – ou seja, a carência hoje é de 8,6 mil servidores. Já o Corpo de Bombeiros Militar do DF conta com 5 mil servidores, quando o previsto na mesma norma é de 9,7 mil – uma diferença de 4,7 mil. Desde que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito, ainda em 2018, 30% do efetivo do CBMDF pediu para passar à reserva. Isso, segundo fontes da corporação, se deu em função da expectativa de mudanças na Previdência dos militares. Nesse movimento, os profissionais preferem perder a integralidade dos benefícios, ou abrir mão de licenças, a aguardar uma possível aprovação nos moldes em que se encontra a proposta. “O déficit só vai aumentar. Não vai sobrar ninguém. Hoje, temos a Lei n° 12.086, que regulamenta a entrada de 300 bombeiros anualmente. As turmas mais antigas tinham 1,2 mil, 800 ingressos. Se todos pedirem para sair, não restará ninguém”, afirmou um oficial dos bombeiros que pediu para não ser identificado. No caso da PM, a situação também é preocupante. Segundo o coronel Mauro Manoel Brambilla, coordenador do Fórum das Entidades Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares do DF, os praças não conseguirão passar 35 anos na ativa, conforme prevê a proposta atual, devido ao desgaste da atividade. “Os oficiais podem passar esse tempo, mas quem está nas ruas todos os dias não consegue. Nem psicologicamente, nem fisicamente”, afirma. Para o coronel, as baixas por invalidez ou por doenças características da profissão devem crescer. “Muitos vão se aposentar com varizes, problemas na coluna e no coração. É um tempo inviável”, disse. A reportagem pediu à PMDF quantos militares já reúnem, hoje, os requisitos para solicitar a aposentadoria. No entanto, a corporação não havia informado os dados até a última atualização deste texto. Tempo de serviço A proposta apresentada na quarta (20) aumenta de 30 para 35 anos o tempo de serviço necessário para que os militares passem da ativa para a reserva das corporações....

Secretaria de Segurança Pública reforça serviços de inteligência

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal intensificou os serviços de inteligência a fim de evitar incidentes nas escolas do Distrito Federal. Como medida preventiva, a corporação irá direcionar 180 homens para o policiamento nas escolas. Duplas de policiais irão fazer abordagens e revistas para proporcionar segurança no perímetro escolar e na entrada e saída dos estudantes. A medida irá durar até o final do ano, quando serão formados 700 soldados que irão ingressar na corporação nos próximos meses. “Queremos tranquilizar a comunidade e a população do DF”, afirmou a comandante-geral da PM, coronel Sheyla Sampaio, presente à coletiva com o secretário de Segurança, Anderson Torres; de Comunicação, Weligton Moraes; e o diretor-geral do Detran, Fabrício Moura. A ação preventiva, de acordo com Torres, está concentrada no monitoramento e na identificação de pessoas que têm feito ameaças às unidades de ensino da região. As unidades de ensino que irão receber o reforço serão definidas, por maior registro de ocorrências e de índices criminais na região, ou por reclamação de pais e professores por incidências ao redor das escolas. Até o momento, 11 suspeitos foram identificados, a maioria menores de idade. “Eles vão ser responsabilizados pelos crimes que estão cometendo. Os delitos podem ser tipificados por prisão, por ameaça e, se tiver maiores envolvidos, por corrupção de menor ou até formação de quadrilha, dependendo de cada caso”, frisou o secretário. Os policiais podem circular dentro das escolas, mas a prioridade é possibilitar a segurança no perímetro escolar. Apesar de a operação não se restringir às escolas públicas, o reforço será priorizado na área delas. “Pode ter um número um pouco superior na região das escolas públicas”. Anderson Torres pontuou que os casos identificados até o momento são brincadeiras de mau gosto, causadas por alunos que não querem ter aulas, ou para se esquivar de alguma responsabilidade educacional e ainda pode ser para ficar famoso em um grupo social. “Não há motivos para preocupação e nem para pânico. A Secretaria de Segurança está monitorando todas as ações e informações. Precisamos tomar as precauções, mas a situação está sob controle. Vamos responsabilizar quem está causando esse pânico na população do DF”, garantiu o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres. A força-tarefa conta com servidores das polícias Militar e Civil, Detran e Corpo de Bombeiros. Informações da Agência Brasília.

Militares trabalharão no mínimo 35 anos para se aposentar e terão direito a menos dependentes

A proposta de reforma dos militares prevê o aumento do tempo mínimo de atividade para a aposentadoria dos atuais 30 anos para 35 anos. Essa exigência, entretanto, valerá apenas para os novos ingressantes nas Forças Armadas. Quem está na ativa precisará cumprir um pedágio de 17% sobre o tempo que falta hoje para a reserva. Quem ingressou há dez anos, por exemplo, vai se aposentar com 33,4 anos de atividade. Um militar com 20 anos de serviço, por sua vez, vai para a reserva quando completar 31,7 anos de atividade. A proposta também altera a idade limite para a transferência para a reserva conforme o posto ou graduação na carreira. Hoje, um soldado que não consiga progredir na carreira vai para a reserva aos 44 anos (menor idade possível). Esse patamar será elevado a 50 anos. No maior posto, um general de Exército pode ficar na ativa até os 66 anos atualmente, idade que passará a 70 anos. A proposta ainda reduz o rol de dependentes dos militares. Hoje, independentemente de rendimentos, oito categorias podem ser dependentes dos integrantes das Forças Armadas, número reduzido agora para duas. Os dependentes, desde que não tenham rendimentos, por sua vez, caem de 10 para três categorias. Informações do Jornal O Estado de São Paulo/Estadão.

Governo corre para protocolar proposta dos militares na quarta-feira

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta segunda-feira (18/3), na capital dos Estados Unidos, Washington, que o governo vai correr para ver se a proposta de reforma da Previdência dos militares entra no Congresso na quarta-feira . “Todo mundo entrou na reforma da Previdência e militares têm que entrar também”, disse ele a jornalistas. Em Washington, Guedes ressaltou que, se a economia com a reforma for inferior a R$ 1 trilhão, o “compromisso com futuras gerações será relativo”. Sobre os militares, o ministro disse que o texto será avaliado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), que em seguida vai mandar as medidas para o Congresso. Guedes afirmou que o novo regime de Previdência vai aumentar o salário médio do trabalhador no Brasil. “A nova Previdência vai dar um choque de empregabilidade”, afirmou o ministro. “A nova Previdência vai democratizar a poupança e reduzir encargos.” O ministro disse ainda que, na proposta de reforma da Previdência, o governo vai criar um novo regime de capitalização. “Há um custo de transição”, afirmou. Informações do Portal Metrópoles com informações do Estadão.

POLÍCIA CIVIL

Ibaneis: “Moro conhece de corrupção, mas nada de segurança”

A vida do ex-juiz federal Sérgio Moro, não está fácil. Primeiro cometeu erros estratégicos ao lidar com o Congresso Nacional, agora tomou atitude perigosa ao transferir líderes do PCC para a capital sem dialogar com o chefe do executivo local. Segundo o Portal Metrópoles, o governador Ibaneis Rocha (MDB) voltou a atacar, de forma dura, a transferência do presidiário Marcos Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola, de Porto Velho (RO) para o Presídio Federal de Brasília. Ao chegar em evento na Candangolândia neste sábado (23/3), disse que o ministro da Justiça, Sergio Moro, não o avisou da vinda do líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) o DF. “Fui avisado depois e achei isso um desrespeito. Moro conhece muito de corrupção, de segurança provou que não conhece nada”, disparou, ao responder aos questionamentos da reportagem do Metrópoles. De acordo com Ibaneis, logo após a transferência, Moro o telefonou e “ouviu poucas e boas”. Ouça entrevista com o governador: Ibaneis disse que fará de tudo para que Marcola não fique na capital do país. “Estou preparando uma ação Judicial, com base na Lei de Segurança Nacional. Vou entrar na Justiça contra essa transferência e fazer todas as gestões junto ao governo federal para mostrar que isso é um absurdo”, afirmou. Com informações do Portal Metrópoles

Presidente da OAB também critica transferência de líder do PCC para o DF

A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Distrito Federal (OAB-DF) também se manifestou. O presidente da entidade, Délio Lins e Silva Júnior, disse que a ida de presos como Marcola para qualquer penitenciária acarreta deslocamento das facções para as referentes unidades da Federação. “Existe essa movimentação e crimes estão ocorrendo fora do padrão no DF. A preocupação da OAB é principalmente com a sociedade”, ressaltou. “Acreditamos que a chegada de Marcola pode fortalecer os faccionados perante os outros criminosos de Brasília. A Polícia Civil vai continuar fazendo trabalho intenso para evitar a instalação dessa organização aqui”, ratificou o delegado Leonardo Cardoso, titular da Coordenação Especial de Repressão à Corrupção, ao Crime Organizado e aos Crimes contra a Administração Pública e Contra a Ordem Tributária (Cecor). Informações do Portal Metrópoles

BOMBEIRO MILITAR

Viatura dos bombeiros capota a caminho de capotagem no DF

Três militares do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) ficaram feridos após capotarem uma viatura no fim da tarde deste sábado (23/3). O acidente foi registrado às 18h53, no momento em que a equipe se deslocava para atender um acidente de caminhão. A ocorrência aconteceu no viaduto da BR-060 sobre a DF-180. Os bombeiros encaminharam outras equipes para atenderem o registro inicial e também mandaram socorristas para atenderem aos colegas de CBMDF. Ao todo, três viaturas e duas ambulâncias do Samu foram deslocadas. Segundo o CBMDF, os três militares acidentados foram transportados para o Hospital de Base, Hospital Santa Marta e Hospital Regional de Taguatinga. Todos estavam conscientes, orientados e estáveis. A corporação não soube informar as causas do acidente, nem o estado de saúde das vítimas do caminhão. Com esses dois acidentes ao longo da BR-060, o trânsito na região ficou bastante retido no sentido Brasília/Goiânia. Viatura dos bombeiros capota a caminho de capotagem no DF Vítima ficou presa às ferragens e morreu no local CBMDF/Reprodução Caminhão caiu em curso d'água e ficou submerso CBMDF/Reprodução Viatura do Corpo de Bombeiros estava em deslocamento para atender ocorrência e capotou CBMDF/Reprodução Mergulhadores do Corpo de Bombeiros foram chamados para resgatar o corpo CBMDF/Reprodução O caminhão acidentado caiu de um barranco às margens da BR-060, pouco antes do viaduto da DF-290, e submergiu em um curso d’água. A cabine do veículo ficou completamente destruída, deixando o caminhoneiro submerso e preso às ferragens. Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem já estava morto quando o socorro chegou. Mergulhadores foram chamados para resgatar o corpo e, devido às condições no local, não foi possível identificar a a vítima. Peritos da Polícia Civil estiveram no local e a área ficou aos cuidados da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Informações do Portal Metrópoles

bombeiros e PMs preveem debandada com Previdência de militares

O déficit de pessoal nos quadros de policiais e bombeiros do DF pode se agravar ainda mais devido à proposta de reformulação da Previdênciados militares anunciada na quarta-feira (20/3) pelo governo federal. Segundo entidades representativas da Polícia Militar (PMDF) e do Corpo de Bombeiros (CBMDF), centenas de servidores que já têm o direito de solicitar a aposentadoria devem pedir baixa nas próximas semanas por temerem a perda de benefícios ou o aumento do tempo de serviço. As medidas divulgadas pela equipe econômica do Planalto afetam, além dessas duas corporações, o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. A Polícia Militar tem hoje, segundo o governador Ibaneis Rocha (MDB), cerca de 10,8 mil pessoas na ativa. O mínimo ideal, segundo a Lei Federal nº 12.086/2009, é de 18,6 mil – ou seja, a carência hoje é de 8,6 mil servidores. Já o Corpo de Bombeiros Militar do DF conta com 5 mil servidores, quando o previsto na mesma norma é de 9,7 mil – uma diferença de 4,7 mil. Desde que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito, ainda em 2018, 30% do efetivo do CBMDF pediu para passar à reserva. Isso, segundo fontes da corporação, se deu em função da expectativa de mudanças na Previdência dos militares. Nesse movimento, os profissionais preferem perder a integralidade dos benefícios, ou abrir mão de licenças, a aguardar uma possível aprovação nos moldes em que se encontra a proposta. “O déficit só vai aumentar. Não vai sobrar ninguém. Hoje, temos a Lei n° 12.086, que regulamenta a entrada de 300 bombeiros anualmente. As turmas mais antigas tinham 1,2 mil, 800 ingressos. Se todos pedirem para sair, não restará ninguém”, afirmou um oficial dos bombeiros que pediu para não ser identificado. No caso da PM, a situação também é preocupante. Segundo o coronel Mauro Manoel Brambilla, coordenador do Fórum das Entidades Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares do DF, os praças não conseguirão passar 35 anos na ativa, conforme prevê a proposta atual, devido ao desgaste da atividade. “Os oficiais podem passar esse tempo, mas quem está nas ruas todos os dias não consegue. Nem psicologicamente, nem fisicamente”, afirma. Para o coronel, as baixas por invalidez ou por doenças características da profissão devem crescer. “Muitos vão se aposentar com varizes, problemas na coluna e no coração. É um tempo inviável”, disse. A reportagem pediu à PMDF quantos militares já reúnem, hoje, os requisitos para solicitar a aposentadoria. No entanto, a corporação não havia informado os dados até a última atualização deste texto. Tempo de serviço A proposta apresentada na quarta (20) aumenta de 30 para 35 anos o tempo de serviço necessário para que os militares passem da ativa para a reserva das corporações....

POLÍTICA

“O governo é um deserto de ideias”, afirma Rodrigo Maia

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ao Estado que o governo não tem projeto para o país além da reforma da Previdência. Um dia após ameaçar deixar a articulação política para a aprovação das mudanças na aposentadoria, por causa dos ataques recebidos nas redes sociais pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), Maia calibrou o discurso e assegurou a continuidade do trabalho. Fez, porém, várias críticas e advertiu que o presidente precisa deixar o Twitter de lado, além da “disputa do mal contra o bem”, e se empenhar para melhorar a vida da população. “O governo é um deserto de ideias”, declarou Maia. “Se tem propostas, eu não as conheço. Qual é o projeto do governo Bolsonaro fora a Previdência? Não se sabe”. Na avaliação do presidente da Câmara, o ministro da Economia, Paulo Guedes, é “uma ilha” dentro do Executivo. Ao ser lembrado de que Bolsonaro comparou possíveis dificuldades no relacionamento às brigas de um namoro, Maia disse que, se o presidente ficar sem conversar com ele até o fim do mandato, não haverá problema. “Não preciso falar com ele. O problema é que ele tem de conseguir várias namoradas no Congresso. São os outros 307 votos que ele precisa conseguir. Eu já sou a favor. Ele pode me deixar para o fim da fila”, argumentou. Por que o sr. decidiu abandonar a articulação da reforma da Previdência? Apenas entendo que o governo eleito não pode terceirizar sua responsabilidade. O presidente precisa assumir a liderança, ser mais proativo. O discurso dele é: sou contra a reforma, mas fui obrigado a mandá-la ou o Brasil quebra. Ele dá sinalização de insegurança ao Parlamento. Ele tem que assumir o discurso que faz o ministro Paulo Guedes. Hoje, o governo não tem base. Não sou eu que vou organizar a base. O presidente da Câmara sozinho, em uma matéria como a reforma da Previdência, não tem capacidade de conseguir 308 votos. Mas o sr. continua à frente da articulação? Dentro do meu quadrado, sim. Agora, acho que quanto mais eles tentam trazer para mim a responsabilidade do governo, mais está piorando a relação do governo com o Parlamento. O governo precisa vir a público de forma mais objetiva, com mais clareza, com mais energia na votação da reforma. O que o presidente Bolsonaro precisa fazer? Ele precisa construir um diálogo com o Parlamento, com os líderes, com os partidos. Não pode ficar a informação de que o meu diálogo é pelo toma lá, dá cá. A gente tem que parar com essa conversa....

Ibaneis: “Moro conhece de corrupção, mas nada de segurança”

A vida do ex-juiz federal Sérgio Moro, não está fácil. Primeiro cometeu erros estratégicos ao lidar com o Congresso Nacional, agora tomou atitude perigosa ao transferir líderes do PCC para a capital sem dialogar com o chefe do executivo local. Segundo o Portal Metrópoles, o governador Ibaneis Rocha (MDB) voltou a atacar, de forma dura, a transferência do presidiário Marcos Willians Herbas Camacho, mais conhecido como Marcola, de Porto Velho (RO) para o Presídio Federal de Brasília. Ao chegar em evento na Candangolândia neste sábado (23/3), disse que o ministro da Justiça, Sergio Moro, não o avisou da vinda do líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) o DF. “Fui avisado depois e achei isso um desrespeito. Moro conhece muito de corrupção, de segurança provou que não conhece nada”, disparou, ao responder aos questionamentos da reportagem do Metrópoles. De acordo com Ibaneis, logo após a transferência, Moro o telefonou e “ouviu poucas e boas”. Ouça entrevista com o governador: Ibaneis disse que fará de tudo para que Marcola não fique na capital do país. “Estou preparando uma ação Judicial, com base na Lei de Segurança Nacional. Vou entrar na Justiça contra essa transferência e fazer todas as gestões junto ao governo federal para mostrar que isso é um absurdo”, afirmou. Com informações do Portal Metrópoles

O Congresso está completamente fragmentado

O Congresso está completamente fragmentado, com aliados que se confundem com oposição e lideranças que oscilam entre disputar o título ou se esconder dos holofotes. No Executivo, ministros brigam por protagonismo, cada um com uma pauta, e tentam se sobrepor à agenda legislativa. Para especialistas, esses são alguns dos sinais, cada vez mais claros, de que o governo está dividido em grupos com interesses mais próprios do que coletivos. Há dois que tentam aparentar uma boa relação, mas têm objetivos antagônicas: militares e equipe econômica. Um exemplo clássico do choque de interesses é a reforma da Previdência. O Ministério da Economia quer aprovar um projeto com o maior ganho possível, mirando R$ 1 trilhão em 10 anos, mas o da Defesa foi o primeiro a desidratar o texto, ao propor contrapartidas para as Forças Armadas. “Tem outro grupo que não tem uma agenda prioritária, mas tem jogado casca de banana na agenda do Paulo Guedes”, comentou o gerente de análise e política da consultoria Prospectiva, Thiago Vidal. Ele acrescentou à lista os “barulhentos ideológicos” — do Itamaraty, por exemplo — e o ministro da Justiça, Sérgio Moro. A diferença entre os dois, segundo ele, é que “os grupos ideológicos, em geral, jogam para si, enquanto Moro joga para a plateia”. A postura do ministro da Justiça, na visão do especialista, é perigosa. “Para conseguir o que quer, ele assume que o governo está fraco e deslegitima outras pautas. Tenta ganhar no tapetão uma pauta que não tem prioridade agora”, afirmou. Prejudica ainda mais o cenário o fato de o presidente Jair Bolsonaro não tomar partido e não decidir qual é a prioridade do governo, já que não tem como agradar a todos os grupos de uma vez. O chefe do Executivo precisa assumir responsabilidades, como a da articulação política da PEC da Previdência, uma das mais essenciais no momento. Para Vidal, se continuar como está, e ele não decidir o que, de fato,  importa, os ministros podem começar a abandonar o barco, e ele, ficar sem nenhuma das pautas. Na opinião do cientista político César Alexandre Carvalho, da CAC Consultoria, a estratégia de “continuar batendo na velha política”, que ajudou a colocar Bolsonaro no Planalto, está começando a dar problemas. “Ele vai ter que fazer uma reforma ministerial, cedo ou tarde. E o caminho é mais ou menos adotado pelo governo do presidente Lula: um núcleo duro, com o pessoal de confiança, e os ministérios distribuídos entre os partidos”, acredita o especialista. Para Carvalho, está claro que as legendas demandam cargos e que, sem eles, as pautas não vão avançar.  

Fogo amigo entre os Poderes atinge Previdência e dificulta avanço da PEC

A falta de engajamento do Executivo na articulação política e a interferência dos filhos do presidente Jair Bolsonaro nas pautas do governo têm irritado aliados, resultado em brigas entre os Poderes e dificultado ainda mais o avanço da agenda econômica. Soma-se ao clima instável a prisão do ex-presidente Michel Temer, um dos maiores caciques do MDB, partido de grande influência no Congresso. Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Bolsonaro precisa ter “mais tempo para cuidar da Previdência” e menos para rede social. O ministro da Economia, Paulo Guedes, resumiu o momento político em poucas palavras: “Não posso falar agora, parece que o pau está comendo”, disse ontem, ao chegar à cerimônia de posse de Solange Paiva Vieira na Superintendência de Seguros Privados (Susep). As brigas acontecem em todas as esferas, mas o que mais tem potencial de estrago, no momento, é a indisposição entre o Executivo e o Legislativo. Mais especificamente, entre Maia e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, que tem pressionado o presidente da Câmara a pautar o pacote anticrime num momento em que o foco é a reforma, exigência que desencadeou uma série de desentendimentos. A gota d’água foi o apoio do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, à crítica de Moro. (foto: Reprodução/Twitter) (foto: Reprodução/Twitter) Ao lembrar que Moro é um “funcionário do presidente”, como disse Maia, na quinta-feira, o deputado direciona a Bolsonaro uma crítica de boa parte dos parlamentares. “Há uma certa chateação dos congressistas, focalizada por Maia, de que ele não assume a negociação da reforma com o Congresso”, avaliou o gerente de análise e política da consultoria Prospectiva, Thiago Vidal. Depois de ter sido atacado, Maia anunciou que passará a ter uma atitude pragmática: não vai abrir mão da pauta, que defende desde muito antes de Bolsonaro entrar em cena, mas também não vai assumir mais um papel que não é dele. A articulação da base aliada para aprová-la passará a ser responsabilidade do governo. “A postura é de pressionar o Executivo e deixar claro que ele é uma peça importante no jogo. O governo tem de entender que é preciso dialogar com o Congresso”, pontuou o analista político Creomar de Souza. Quem sai perdendo com a briga é Bolsonaro, na avaliação do especialista. Ao contrário do governo, Maia transita com facilidade tanto entre os partidos de centro quanto com as siglas de oposição. É uma figura imprescindível para avançar nos projetos de interesse do presidente, avaliou Souza. “Se ficar fora da base, o governo tem de achar um outro...

CONCURSOS

Ibaneis confirma concurso com 1,8 mil vagas para a PCDF neste ano

Após anunciar proposta de paridade salarial da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) com a Polícia Federal (PF), o governador Ibaneis Rocha também anunciou a abertura do concurso público da PCDF. De acordo ele, o edital deve ser divulgado em abril para a contratação de 1,5 mil agentes e 300 escrivães. O aumento do quadro da corporação irá reforçar a segurança pública no Distrito Federal. No final de janeiro, a corporação informou ao Correio que está preparando o novo cerame e também ressaltou que o edital será lançado este ano. O salário inicial dos cargos é de R$ 8.698,78. Segundo a PCDF, um novo certame busca diminuir o problema de efetivo. De acordo com dados do Portal da transparência do DF, há atualmente 4.368 postos  vagos na Polícia Civil. Sendo, agente policia de custódia (356), agente de  polícia (2977), escrivão (615), papiloscopista (113), perito médico legista (80) e perito  criminal  (227).  Somente para a carreira de agente de polícia, conforme a Lei nº 12.803, foram aprovadas 5.649 vagas, porém,  2.977 estão desocupadas. Já o cargo de escrivão conta com a aprovação de 1.000 vagas e 615 estão vagas. Confira aqui o quadro completo sobre cargos vagos e ocupados na PCDF.A PCDF ainda deverá definir a comissão organizadora, a banca responsável e só então publicar o edital de abertura.  O requisito para concorrer a qualquer um dos dois cargos é que o candidato tenha concluído curso de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação.   Reajuste salarial De acordo com o governador,  o reajuste dos salários de 37% será gradual e feito em seis parcelas, pagas nos meses de abril e setembro de cada ano, de 2019 a 2021. O impacto previsto na folha de pagamento neste primeiro ano deverá ser de R$ 96 milhões. Neste primeiro ano, serão 15% de reajuste, no próximo serão 13% e no seguinte o restante de 9%. A medida é uma reinvindicação da categoria que não conseguiu a equiparação dos salários na gestão passada do Governo do Distrito Federal. Com a paridade, um delegado de carreira passará a ter um salário em torno de R$ 30 mil. Leia também: PCDF vai abrir novo concurso público com 1.800 vagas neste ano Últimos concursos O último concurso da PCDF para o cargo de agente de polícia ocorreu em 2013. Foram ofertadas 300 vagas e cadastro reserva de até 600. O salário era de  R$ 7.890,05. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB)...

Mil aprovados no último concurso da PF devem ser chamados até 2020

O anúncio foi feito pelo presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edivandir Paiva, na última sexta-feira (15/02), durante o lançamento do novo site da entidade sindical. Ele também defendeu novo concurso para suprir cerca de 4,5 mil cargos vagos De acordo com Paiva, o Ministério da Justiça e a PF estão trabalhando na aprovação de orçamento para uma nova turma de formação dos aprovados no último concurso. A primeira será em junho deste ano, e a próxima, no primeiro semestre de 2020. Esses mil concursados vão preencher parte das 4,5 mil vagas. https://www.youtube.com/watch?v=SCJlz5ns_6I Com informações do Blog do Servidor.

Candidatos pedem inclusão de excedentes no concurso da PMDF

Aprovados em número excedente no atual concurso da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) estão pedindo que cerca de 500 candidatos sejam incluídos no cadastro reserva do certame. Para isso, eles pedem a quebra de uma cláusula de barreira do edital que limita os convocados. O concurso, que teve início em maio de 2018, oferece 500 vagas imediatas e outras  1.500 para cadastro de reserva.  Em protesto, um grupo de cerca de 120 pessoas se concentrou em frente ao Palácio do Buriti na manhã desta terça-feira (5/2) para reivindicar a alteração do item 18.1 do edital de abertura. De acordo com o item, "serão considerados aprovados no concurso público somente os candidatos que realizaram com êxito todas as etapas mencionadas no edital e que estejam classificados dentro da quantidade de vagas indicadas". De acordo com um dos líderes do grupo, Kennedy Mota Gonçalves, esta cláusula de barreira é prejudicial para várias áreas envolvidas e impede que os excedentes, mesmo aprovados em todas as etapas do concurso, sejam aproveitados pela PMDF. "É ruim tanto para a administração pública, que  deixa de aproveitar novos policiais, quanto para a sociedade que fica a mercê da insegurança e também é prejudicial para a corporação que hoje sofre um déficil alto de policiais", disse. O grupo levou faixas para chamar a atenção de autoridades. "Governador: contamos com o senhor para retirar a cláusula 18.1 do edital do concurso da PMDF. A cláusula viola o artigo 11 do Decreto Federal n° 699/2009 e a decisão 844/2018 do TCDF. Concorremos com 50.448 candidatos. Em todas as fases passaram cerca de 2.410 e a PMDF tem 7.300 vagas para serem preenchidas. Por questão de justiça todos os aprovados devem ir para cadastro reserva", dizia uma das faixas. Candidatos protestaram em frente ao Buriti, nesta terça-feira Após o protesto, eles foram recebidos por aguns deputados. De acordo com Kennedy, na reunião foi debatida a cláusula de barreira e a importância de repôr o efetivo da PMDF.  " Nosso pedido está sendo analisado pelo deputado Hermeto, pela Casa Civil do DF e pelo deputado Cláudio Abrantes", ressaltou. O Governo do Distrito Federal informou ao Correio que o chefe da Casa Civil, Eumar Novacki, considerou plausível a reivindicação apresentada pelos candidatos do concurso da PMDF e determinou à equipe técnica avaliar a situação, junto com a Secretaria de Segurança Pública. Os candidatos também alegam que o mesmo edital, no item 23.7.1, informa que a administração poderá  nomear candidatos aprovados...

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O Distrito Federal perdeu em quarenta e quatro dias o equivalente a onze Batalhões da PM

No ano de 2008 o Blog Policiamento Inteligente apresentou um relatório sobre o efetivo da Polícia Militar do Distrito Federal. Neste período, o efetivo era de 15.206 homens e mulheres. De lá para cá, ocorreram a formação de 4 turmas do Curso de Formação de Praças (foram realizados dois concursos), ocorreu uma reestruturação da Corporação e vários "batalhões" foram criados, mas o efetivo gira em torno de um pouco mais de 12 mil homens e mulheres.  Vários candidatos ao governo do Distrito Federal prometeram fazer concursos para ingresso de mil policiais por ano, dentre eles: Arruda, Agnelo e Rollemberg,  mas foram apenas promessas não cumpridas.  No dia de ontem uma listagem de 103 policiais, publicada no DODF, fez com que o número de policiais aposentados somente no ano de 2017 ultrapassasse mil e cem policiais. É como se 11 (onze) Batalhões da Cidade Estrutural tivessem sido fechados somente este ano. Um dos fatores que tem influenciado os Policiais Militares a pedirem a reserva remunerada é o medo de modificações na lei previdenciária que será discutida até julho. Além disso, a falta de perspectivas de promoções na Corporação também tem contribuído para a aposentadoria em massa. Grande parte dos policiais que estão aposentando são subtenentes e sargentos que não veem mais possibilidades de promoções nos próximos anos. A falta de fluidez na carreira é o grande desmotivador para os policiais mais experientes. Este ano a quantidade de aposentadorias pode ultrapassar dois mil pedidos. A previsão é de que 5 mil policiais militares deixem a corporação nos próximos três anos. Um fato assustador, já que a lei 12.086/09 limita a quantidade de soldados a apenas 5.564, sendo assim, nos próximos 3 anos o governo está limitado a chamar apenas três mil e quinhentos novos soldados. Veja quantos policiais foram aposentados nos últimos 44 dias com base nas publicações do DODF, com seus respectivos dias e quantitativo de PM´s aposentados: 02.01.2017= 134 - 09.01.2017= 40 - 13.01.2017= 74 -18.01.2017= 79 - 20.01.2017= 74 - 23.01.2017= 74 - 25.01.2017= 60 - 27.01.2017= 94 - 03.02.2017=273 - 13.02.2017=146 - 21.02.2017=103. TOTAL = 1.151

Delegado, além de prender policiais militares por usurpação de função, os chama de milicianos

Uma matéria do Portal Metrópoles, intitulada Delegado chama policiais militares de "milicianos" e aciona MPDFT,  foi alvo de discussões acalaloradas nos grupos policiais. Segundo o site o Plantonista da 12ª DP acusa PMs de "usurpar" funções de investigação e diz que prática pode fazer Brasília voltar "aos tempos de ditadura". Dois policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar, em Taguatinga, foram indiciados por usurpação de função pública na terça-feira (31/01). O caso foi registrado pelo delegado Thiago Boeing Schemes da Silva, Plantonista da 12ª DP (Taguatinga Centro). Segundo o Portal Metrópoles, na ocorrência, ele chegou a chamar os militares de "milicianos"e afirmou que, se os PM´s seguirem com os "trabalhos de investigação", Brasília vai voltar aos tempos de ditadura". A Briga de egos e vaidade de alguns integrantes dos órgãos de segurança pública demostra o quanto algumas pessoas estão despreocupadas com a melhoria do atendimento a população do Distrito Federal. Inicialmente, o sargento Anderson Pinho e o cabo Flavio Alvin contaram à Polícia Civil que, na manhã de terça (31/1), estavam em um veículo descaracterizado quando receberam uma mensagem informando sobre um carro, do modelo Jetta, que havia sido roubado. Ao patrulhar a região de Taguatinga, eles conseguiram localizar o automóvel, estacionado na CSM 7, próximo ao Mercado Sul. Os militares entraram em contato com o proprietário. A vítima compareceu ao local e retirou o veículo. A população pouco entende que existe uma polícia que age antes do crime e outra que age depois, mas ela sente na pele que o criminoso está agindo impunemente em nossas cidades. Enquanto isso, polícia briga com polícia e os bandidos ficam cada vez mais organizados e unidos no cometimento de crimes. O Jetta estava ao lado de um Peugeot 208. Após análise, os PMs verificaram que também se tratava de produto de roubo. Os militares perseguiram o condutor do segundo veículo até a QSA 25, onde o abordaram, prenderam e levaram à DP. O suspeito afirmou que o automóvel não era dele e, sim, de um cliente da oficina em que trabalha. Foi arbitrada uma fiança no valor de R$ 10 mil. Como não foi paga, o suspeito permaneceu detido. Diante destes fatos o delegado avaliou que os policiais militares fizeram "investigação" e que tal fato configura usurpação de função pública. Investigar, segundo os manuais, é a busca da autoria e materialidade durante a condução do Inquérito Policial. Segundo informações colhidos em grupos de policiais militares os policiais acusados de "usurpação" de função pública já conseguiram recuperar e devolver aos donos de veículos roubados e furtados mais de 120 carros. Temos certeza que a população agradece. O delegado afirmou durante a entrevista ao site que a dupla tem, sistematicamente, realizado abordagens e conduzido suspeitos à central de flagrantes. "Em quase...

Policiais mutilados levam calote de seguradora contratada pelo GDF

Responsáveis pela segurança da população e atuando em atividades de alto risco, os 23,7 mil policiais civis, militares e bombeiros do Distrito Federal contam, desde 2008, com um seguro de vida que poderia ser um alento às famílias em caso de acidentes graves ou morte em serviço. O problema é que alguns servidores chegaram a ter membros amputados e até mesmo perderam a vida em trabalho, mas as famílias, até hoje, não receberam a indenização. Tudo porque a seguradora que prestava o serviço até 2014, a FederalPrev, faliu. Segundo denúncias de policiais e bombeiros, entre 2008 e 2014, nenhum servidor recebeu os valores do seguro na época em que era operado pela FederalPrev. O primeiro caso em que uma família conseguiu ter acesso ao pagamento ocorreu em 2015, já com a nova empresa, contratada em 2014, a Previsul. A ocorrência em questão se refere ao sargento Reginaldo Vieira, morto em serviço em 15 de março de 2015, no Paranoá. A indenização ficou em R$ 130 mil. Mas os casos de quem não consegue o benefício se multiplicam, como o do primeiro sargento da PM Adriano Ricardo Ferreira, 40 anos. Na tarde de 4 de setembro de 2013, Ferreira teve o antebraço direito amputado após sofrer uma acidente com a viatura durante uma perseguição policial. A capotagem ocorreu na L2 Norte. Mesmo tendo direito ao seguro, ele precisou acionar a Justiça para tentar receber o recurso. O processo ainda tramita e não houve decisão a respeito do caso. O benefício é pouco divulgado. Fui saber que tinha direito seis meses depois do acidente. À época, a seguradora responsável era a FederalPrev, que funcionava no Setor de Rádio e TV Sul. Depois de 15 dias que entreguei os documentos, voltei ao local e a sala estava vazia. A empresa havia sido liquidada" Adriano Ricardo Ferreira, primeiro sargento da PM Sem receber o benefício e sem ter a quem recorrer, o militar entrou com um processo na Justiça para tentar resolver a situação. A angústia da espera mantém viva a lembrança do acidente que mudou completamente a vida do policial. Ele teve que sair das ruas, atividade na qual mais se identificava, e assumir tarefas burocráticas no setor administrativo da corporação. As sequelas, segundo Ferreira, são sentidas até hoje. “Esse processo do seguro me desgastou bastante. Fora que ainda sinto dores devido à amputação. A minha última cirurgia foi em agosto de 2016. Ela estava marcada para 2015, mas não pude fazer por conta dos problemas com o convênio da PM”, destacou. Morte em serviço A família de outro sargento da Polícia Militar também recorreu à Justiça para conseguir receber o seguro. A mulher, que não quis ter o nome divulgado, contou que o marido perdeu a vida em julho de 2013, em um acidente de trânsito, quando saía do trabalho. “Ele morreu de farda, estava em serviço. Deixou uma...

Mais uma viatura da PM capota após passar sobre poça de óleo

Uma viatura da Polícia Militar capotou no viaduto de ligação do Núcleo Bandeirante para a Candangolândia por volta das 15h20 desta segunda-feira (13/2). Segundo a assessoria de comunicação da PMDF, havia apenas um policial no veículo, que sofreu apenas lesões leves e foi encaminhado pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Maria Auxiliadora no Gama. A perícia da Polícia Militar foi acionada para apurar as causas do acidente. Segundo relato do servidor que conduzia a viatura, havia óleo na pista. Por essa razão, ele perdeu o controle do veículo. Nos últimos anos, ao menos 25 viaturas da PMDF capotaram, sendo que o caso mais grave resultou na morte do cabo Renato Fernandes da Silva, 37 anos, em 5 de fevereiro do ano passado. Em julho de 2016, a PMDF publicou edital de licitação para renovar a frota de viaturas. O valor estipulado foi de R$ 57,88 milhões. A ideia é comprar até 400 veículos para substituir as Mitsubishi Pajero, adquiridas em 2012, e consideradas inseguras para as atividades diárias da corporação. Policiais militares relatam que a direção costuma travar fazendo com que eles percam o controle do veículo. Uma viatura do Guará (VTR 2575) em 2016 chegou a travar as rodas em uma curva, vindo a rodar na pista e por pouco não capotou. A solução encontrada pelas autoridades responsáveis foi retirar a viatura de uma área e mandá-la para outra. Entenda o que pode acontecer com as viaturas Pajero enquanto o policial dirige: https://www.youtube.com/watch?v=hohyG0C5J4M&feature=youtu.be Com informações do Site Metrópoles e Facebook de Aderivaldo Cardoso

A polícia atua em todas as áreas: uma empresa multi-uso 

Polícia Militar único órgão presente e atuante em todas as áreas do Distrito Federal

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