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segunda-feira, 20 de janeiro, de 2020, 14:54 PM

POLÍCIA MILITAR

Fã da PMDF, criança ganha festa de aniversário temática

Um garoto de oito anos, admirador da PM, foi surpreendido com a presença de policiais em sua festa de aniversário, nesse sábado (18/01/2020), na quadra 803 do Recanto das Emas. O desejo de Ryan Felipe era comemorar o aniversário com o tema da PM. “O sonho dele era ter policiais e viatura no aniversário”, revelou a mãe do garoto, Lidiane da Silva. A mesa estava repleta de doces, brinquedos e bolo decorado com símbolos da PM, em especial, homenagens ao Batalhão de Operações Especiais (Bope), o preferido de Ryan. Quando os policiais chegaram, o menino não se conteve de tanta emoção. Os olhos brilhavam ao perceber a aproximação da viatura. Chegava o grande dia de realizar o sonho. “Ele andou na viatura, ligou a sirene, tirou muitas fotos”, contou a mãe. Lidiane acrescenta que todos os convidados se emocionaram com a cena. “A admiração foi geral. Sou muito grata pela PM ter vindo”, disse. Informações do Portal Metrópoles

Professores terão “poder de desempate” em escolas militarizadas

Em caso de divergências em situações que envolvem o cotidiano de colégios, professores terão a palavra final nas escolas militarizadas do Distrito Federal. O secretário de Educação, João Pedro Ferraz, pretende delegar poder de decisão para a direção pedagógica na administração dos colégios de gestão compartilhada com a Polícia Militar (PMDF), o Corpo de Bombeiros (CBMDF) e a Secretaria de Segurança Pública do DF. Segundo Ferraz, diretores e professores vão ter o poder de decisão em situações de impasse e decisivas para a gestão das escolas. Ou seja, os docentes terão poderes de decisão e desempate. No entanto, militares continuarão a possuir autonomia na condução disciplinar das escolas no dia a dia. Ferraz tomou a decisão após analisar o programa das escolas cívico-militares do Ministério da Educação (MEC). “Lá, a última palavra é do diretor pedagógico”, pontuou. De acordo com o secretário, a decisão do governo federal partiu de um debate aprofundado. Afinal, o modelo será implantado em escolas municipais e estaduais em todo Brasil. “Se tiver algum problema com a disciplina do aluno, quem vai decidir, em último caso, é o diretor. Isso está na norma do MEC, que quero trazer para cá. No nosso manual, ele dispõe que, na parte da disciplina fora da escola, é a segurança pública. Na sala de aula, é o diretor. Quero transportar o do MEC e dizer: ‘Olha, em qualquer circunstância, é o diretor pedagógico'”, assinalou. Polêmico organograma A gestão compartilhada é um dos principais projetos do governador Ibaneis Rocha (MDB). Desde o começo da implantação, o impasse sobre a palavra final nas escolas desperta polêmica. A portaria conjunta nº 1, de 31 de janeiro de 2019, trazia um organograma no qual professores e militares estavam no mesmo patamar de decisão. Foi severamente criticada pelos docentes. A portaria acabou revogada. Em 12 de setembro de 2019, uma nova versão foi publicada. Dessa vez, sem organograma. Por outro lado, o GDF definiu que seguiria os passos do MEC na condução das escolas militarizadas. Segundo o Decreto 39.765, de 9 de abril de 2019, assinado por Ibaneis, a gestão compartilhada buscará alinhamento com as escolas cívico militares da União. Papeis distintos Ainda neste semestre, Ferraz planeja levar a questão para o grupo de trabalho das escolas compartilhadas, composto por membros da Secretaria de Segurança e militares, para colocar a mudança oficialmente no papel. Além disso, para o secretário, a gestão compartilhada nasce de uma parceria institucional, na qual os militares colaboram com papel de coadjuvante. Segundo secretário de Educação,...

PMDF participa do projeto P Sul em Ação

A Polícia Militar do Distrito Federal participou do evento "P Sul em Ação" ocorrido na manhã deste sábado (18) na QNP 14 de Ceilândia. A iniciativa partiu da prefeitura do setor P. Sul e teve como objetivo buscar uma maior aproximação da comunidade local com as forças de segurança do DF. A população teve a oportunidade de conhecer um pouco mais a respeito do trabalho da PMDF por meio de exposição de equipamentos e viaturas. As crianças puderam interagir com o lobo Guará aprender sobre a importância da preservação do meio ambiente. Veja fotos do evento: Informações do Site PMDF

Polícias mudam rotina para se adequarem à Lei de Abuso de Autoridade

Em vigor desde o último dia 3, a chamada Lei de Abuso de Autoridade Lei 13.869/2019 já surtiu ao menos um efeito prático: uma consulta às páginas de instituições de segurança pública na internet revela que, para se ajustar às novas regras, as corporações estão deixando de divulgar fotos e nomes de pessoas detidas que ainda não tenham sido condenadas pela Justiça.   Além de tipificar os crimes de abuso de autoridade, a lei estabelece as penas a que estão sujeitos os agentes públicos que a descumprirem. O Artigo 13, por exemplo, veta o uso da força, da violência ou de grave ameaça para obrigar o detento a exibir-se, mesmo que parcialmente, “à curiosidade pública”. Já o Artigo 38 prevê pena de seis meses a dois anos, mais multa, para o agente público responsável por investigação que, antes de decisão judicial, atribuir culpa a qualquer investigado ou denunciado. A lei se aplica a todo servidor público, incluindo promotores e procuradores. E também prevê sanções para o responsável que deixar de comunicar a detenção de alguém ao juiz ou à família do preso; prolongar a prisão sem motivo justificado; decretar a condução coercitiva de suspeito sem tê-lo antes intimado a comparecer para depor; mantiver, em uma mesma cela, presos de sexos diferentes ou crianças e adolescentes com maiores de idade; além de prolongar, indefinidamente, qualquer investigação. Adaptação Em todo o país, forças de segurança pública estão procurando se ajustar à lei. Na última quarta-feira (15), a Polícia Militar do Pará iniciou um ciclo de palestras para capacitar os policiais sobre as implicações da Lei de Abuso de Autoridade. A proposta da corporação é, em conjunto com o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), percorrer todas as unidades militares do estado. As guardas civis de Contagem (MG) e de Paulo Afonso (BA), entre outras, também já reuniram seus integrantes ou divulgaram orientações sobre os novos procedimentos. Já a Secretaria de Segurança Pública da Bahia determinou que as polícias Militar e Civil deixem de apresentar presos e de divulgar seus nomes e fotos. “Nos casos de procurados pela Justiça com mandados de prisão, a SSP entende que a divulgação das imagens atende a um bem maior, o direito constitucional do cidadão à segurança pública”, informa a pasta, que vai disponibilizar, em seu site, uma cartilha para orientar policiais militares e civis. Chefe da divisão de comunicação da Polícia Militar de Goiás, o tenente-coronel Sandro Mendonça confirmou que a entrada em vigor da lei aprovada em agosto do ano passado já trouxe mudanças para o dia a dia da corporação. “Houve sim um...

Policiais militares e Bombeiros militares do DF precisarão de 35 anos para se aposentar após 2020

A partir de hoje, policiais militares e bombeiros militares do DF somente poderão acumular para fins de aposentadoria, no máximo, 5 anos de serviço em função civil. No total 22 Estados prorrogaram os efeitos da nova previdência para os militares, o DF não. De acordo com o Palácio do Buriti, o adiamento poderia levar 813 militares para a reserva imediatamente. E, se tanta gente saísse da ativa de uma vez, as forças sofreriam ainda mais com déficit de pessoal. Para os Policiais militares e Bombeiros do DF que já estão na ativa aposentar será necessário: ter no máximo 5 anos em função civil, acrescidos do tempo de serviço atual + pedágio de 17%. Para quem entrar após a nova regra serão 35 anos de serviço, podendo ser 30 anos de serviço militar + no máximo 5 anos de função civil.  Já a Polícia Militar do DF informou que o assunto foi discutido exaustivamente em âmbito local e nacional. “O valor estimado em 10 anos supera a ordem R$ 840 milhões, causando um impacto considerável nas contas públicas. Por responsabilidade institucional, foi seguida a orientação dos técnicos da Economia em não prejudicar as demais áreas importantes no DF”, disse a corporação em nota. Além do DF, não adiaram os efeitos da reforma Maranhão, Sergipe, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. O levantamento é da Federação Nacional e Entidades de Oficiais Militares Estaduais (Feneme). Principais mudanças com a nova previdência: 1) PARA QUEM ENTRA: aumento do tempo de serviço para 35 anos sendo 30 anos de serviço militar; 2) PARA QUEM ESTÁ: regra de transição de 17% do que falta para completar os 30 anos, sendo 25 anos de natureza militar com aumento de 4 meses por ano; 3) aumento da alíquota de pensão militar para 9,5% em jan. de 2020 e 10,5% em jan. de 2021, sem contrapartida de aumento salarial. Da redação do Policiamento Inteligente

POLÍCIA CIVIL

Polícia Civil retifica edital de concurso para escrivão

A Polícia Civil do Distrito Federal publicou, na edição desta segunda-feira (20) do Diário Oficial do DF (DODF), a retificação ao edital do concurso que vai selecionar mais 300 novos escrivães. Entre as modificações, destacam-se a exclusão da Lei nº 13.869 (que define os crimes de abuso de autoridade, cometidos por agente público) do conteúdo programático das provas e a inclusão da garantia de filmagem das provas práticas para interposição de recursos posteriores nos subitens 14.2.1 e 14.2.1.1. A publicação também trouxe o cronograma oficial de todas as fases do processo seletivo. A dúvida de muitos candidatos sobre a cobrança de legislação também foi esclarecida. A retificação deixou claro que nenhuma legislação sancionada após a data do edital será cobrada a título de avaliação. “A legislação com entrada em vigor após a data de publicação deste edital, bem como as alterações em dispositivos legais e normativos a ele posteriores, não será objeto de avaliação”, diz o texto. A seleção O concurso para escrivão da PCDF vai selecionar 300 candidatos – sendo 60 de cota destinada a negros e 15 para portadores de necessidades especiais. O salário inicial da carreira é de R$ 8.698,78. Os pretendentes deverão ter curso superior em qualquer área. As provas serão aplicadas em 15 de março. A banca examinadora do certame é o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). A seleção será feita em duas etapas. A primeira terá prova objetiva e discursiva, prática de digitação, exames biomédicos, avaliação médica e de capacidade física, avaliação psicológica, sindicância da vida pregressa do candidato e investigação social. Já a segunda etapa do concurso consistirá no curso de formação profissional – também responsabilidade do Cebraspe. Assim como ocorre na primeira etapa, essa fase também é eliminatória. Confira, abaixo, o cronograma oficial. Informações do Site Agência Brasília

Polícias mudam rotina para se adequarem à Lei de Abuso de Autoridade

Em vigor desde o último dia 3, a chamada Lei de Abuso de Autoridade Lei 13.869/2019 já surtiu ao menos um efeito prático: uma consulta às páginas de instituições de segurança pública na internet revela que, para se ajustar às novas regras, as corporações estão deixando de divulgar fotos e nomes de pessoas detidas que ainda não tenham sido condenadas pela Justiça.   Além de tipificar os crimes de abuso de autoridade, a lei estabelece as penas a que estão sujeitos os agentes públicos que a descumprirem. O Artigo 13, por exemplo, veta o uso da força, da violência ou de grave ameaça para obrigar o detento a exibir-se, mesmo que parcialmente, “à curiosidade pública”. Já o Artigo 38 prevê pena de seis meses a dois anos, mais multa, para o agente público responsável por investigação que, antes de decisão judicial, atribuir culpa a qualquer investigado ou denunciado. A lei se aplica a todo servidor público, incluindo promotores e procuradores. E também prevê sanções para o responsável que deixar de comunicar a detenção de alguém ao juiz ou à família do preso; prolongar a prisão sem motivo justificado; decretar a condução coercitiva de suspeito sem tê-lo antes intimado a comparecer para depor; mantiver, em uma mesma cela, presos de sexos diferentes ou crianças e adolescentes com maiores de idade; além de prolongar, indefinidamente, qualquer investigação. Adaptação Em todo o país, forças de segurança pública estão procurando se ajustar à lei. Na última quarta-feira (15), a Polícia Militar do Pará iniciou um ciclo de palestras para capacitar os policiais sobre as implicações da Lei de Abuso de Autoridade. A proposta da corporação é, em conjunto com o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), percorrer todas as unidades militares do estado. As guardas civis de Contagem (MG) e de Paulo Afonso (BA), entre outras, também já reuniram seus integrantes ou divulgaram orientações sobre os novos procedimentos. Já a Secretaria de Segurança Pública da Bahia determinou que as polícias Militar e Civil deixem de apresentar presos e de divulgar seus nomes e fotos. “Nos casos de procurados pela Justiça com mandados de prisão, a SSP entende que a divulgação das imagens atende a um bem maior, o direito constitucional do cidadão à segurança pública”, informa a pasta, que vai disponibilizar, em seu site, uma cartilha para orientar policiais militares e civis. Chefe da divisão de comunicação da Polícia Militar de Goiás, o tenente-coronel Sandro Mendonça confirmou que a entrada em vigor da lei aprovada em agosto do ano passado já trouxe mudanças para o dia a dia da corporação. “Houve sim um...

BOMBEIRO MILITAR

Professores terão “poder de desempate” em escolas militarizadas

Em caso de divergências em situações que envolvem o cotidiano de colégios, professores terão a palavra final nas escolas militarizadas do Distrito Federal. O secretário de Educação, João Pedro Ferraz, pretende delegar poder de decisão para a direção pedagógica na administração dos colégios de gestão compartilhada com a Polícia Militar (PMDF), o Corpo de Bombeiros (CBMDF) e a Secretaria de Segurança Pública do DF. Segundo Ferraz, diretores e professores vão ter o poder de decisão em situações de impasse e decisivas para a gestão das escolas. Ou seja, os docentes terão poderes de decisão e desempate. No entanto, militares continuarão a possuir autonomia na condução disciplinar das escolas no dia a dia. Ferraz tomou a decisão após analisar o programa das escolas cívico-militares do Ministério da Educação (MEC). “Lá, a última palavra é do diretor pedagógico”, pontuou. De acordo com o secretário, a decisão do governo federal partiu de um debate aprofundado. Afinal, o modelo será implantado em escolas municipais e estaduais em todo Brasil. “Se tiver algum problema com a disciplina do aluno, quem vai decidir, em último caso, é o diretor. Isso está na norma do MEC, que quero trazer para cá. No nosso manual, ele dispõe que, na parte da disciplina fora da escola, é a segurança pública. Na sala de aula, é o diretor. Quero transportar o do MEC e dizer: ‘Olha, em qualquer circunstância, é o diretor pedagógico'”, assinalou. Polêmico organograma A gestão compartilhada é um dos principais projetos do governador Ibaneis Rocha (MDB). Desde o começo da implantação, o impasse sobre a palavra final nas escolas desperta polêmica. A portaria conjunta nº 1, de 31 de janeiro de 2019, trazia um organograma no qual professores e militares estavam no mesmo patamar de decisão. Foi severamente criticada pelos docentes. A portaria acabou revogada. Em 12 de setembro de 2019, uma nova versão foi publicada. Dessa vez, sem organograma. Por outro lado, o GDF definiu que seguiria os passos do MEC na condução das escolas militarizadas. Segundo o Decreto 39.765, de 9 de abril de 2019, assinado por Ibaneis, a gestão compartilhada buscará alinhamento com as escolas cívico militares da União. Papeis distintos Ainda neste semestre, Ferraz planeja levar a questão para o grupo de trabalho das escolas compartilhadas, composto por membros da Secretaria de Segurança e militares, para colocar a mudança oficialmente no papel. Além disso, para o secretário, a gestão compartilhada nasce de uma parceria institucional, na qual os militares colaboram com papel de coadjuvante. Segundo secretário de Educação,...

Polícias mudam rotina para se adequarem à Lei de Abuso de Autoridade

Em vigor desde o último dia 3, a chamada Lei de Abuso de Autoridade Lei 13.869/2019 já surtiu ao menos um efeito prático: uma consulta às páginas de instituições de segurança pública na internet revela que, para se ajustar às novas regras, as corporações estão deixando de divulgar fotos e nomes de pessoas detidas que ainda não tenham sido condenadas pela Justiça.   Além de tipificar os crimes de abuso de autoridade, a lei estabelece as penas a que estão sujeitos os agentes públicos que a descumprirem. O Artigo 13, por exemplo, veta o uso da força, da violência ou de grave ameaça para obrigar o detento a exibir-se, mesmo que parcialmente, “à curiosidade pública”. Já o Artigo 38 prevê pena de seis meses a dois anos, mais multa, para o agente público responsável por investigação que, antes de decisão judicial, atribuir culpa a qualquer investigado ou denunciado. A lei se aplica a todo servidor público, incluindo promotores e procuradores. E também prevê sanções para o responsável que deixar de comunicar a detenção de alguém ao juiz ou à família do preso; prolongar a prisão sem motivo justificado; decretar a condução coercitiva de suspeito sem tê-lo antes intimado a comparecer para depor; mantiver, em uma mesma cela, presos de sexos diferentes ou crianças e adolescentes com maiores de idade; além de prolongar, indefinidamente, qualquer investigação. Adaptação Em todo o país, forças de segurança pública estão procurando se ajustar à lei. Na última quarta-feira (15), a Polícia Militar do Pará iniciou um ciclo de palestras para capacitar os policiais sobre as implicações da Lei de Abuso de Autoridade. A proposta da corporação é, em conjunto com o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), percorrer todas as unidades militares do estado. As guardas civis de Contagem (MG) e de Paulo Afonso (BA), entre outras, também já reuniram seus integrantes ou divulgaram orientações sobre os novos procedimentos. Já a Secretaria de Segurança Pública da Bahia determinou que as polícias Militar e Civil deixem de apresentar presos e de divulgar seus nomes e fotos. “Nos casos de procurados pela Justiça com mandados de prisão, a SSP entende que a divulgação das imagens atende a um bem maior, o direito constitucional do cidadão à segurança pública”, informa a pasta, que vai disponibilizar, em seu site, uma cartilha para orientar policiais militares e civis. Chefe da divisão de comunicação da Polícia Militar de Goiás, o tenente-coronel Sandro Mendonça confirmou que a entrada em vigor da lei aprovada em agosto do ano passado já trouxe mudanças para o dia a dia da corporação. “Houve sim um...

POLÍTICA

Aline Gomes: administradora do Park Way

Moradora do Park Way há 19 anos, Aline Gomes de Faria é a atual representante da Região Administrativa. Ela pretende ampliar equipes médicas na UBS da localidade de Vargem Bonita, duplicar a quadra 14 para desafogar o trânsito, e ter uma gestão de portas abertas para atender as demandas da comunidade. O Park Way tem aproximadamente 29 mil moradores. https://youtu.be/a4G0sXakV04 Informações do Site Agência Brasília

Ana Maria Silva: trabalho social pelo Riacho Fundo II

Ana Maria da Silva é moradora do Riacho Fundo II desde 1997. A cearense iniciou sua trajetória de trabalhos na comunidade em 1998 quando trabalhou como agente de saúde visitando os moradores da região de casa em casa. Em 2003, trabalhou como secretária da Paróquia Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, onde desenvolveu um trabalho de alfabetização de jovens e adultos e foi coordenadora do coral infantil. A administradora foi também, em 2016,  a primeira coordenadora  do Conselho de Mulheres Cristãs do Brasil (CMCB). https://youtu.be/dO_sIJRjYlA Informações do Site Agência Brasília

Pôr do Sol/Sol Nascente vai ganhar avenida com 7,8 km

Transformada em Região Administrativa pela atual gestão do Governo do Distrito Federal, o Pôr do Sol/Sol Nascente tem sido tratado com prioridade. Prova disso são os investimentos em infraestrutura e o mais recente anúncio: a construção de uma avenida de aproximadamente 7,8 km que vai cruzar a cidade. Chamada de Avenida do Sol, a pista duplicada será construída interligando o Sol Nascente ao Pôr do Sol, entre a BR-070 na altura da QNR até a Avenida Elmo Serejo. O investimento estimado é de R$ 28 milhões e a obra será executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF). A licitação deve sair nos próximos meses após a conclusão do projeto.“Essa avenida é pra tirar a cidade da ilegalidade. Acaba com invasão, cria equipamentos públicos como delegacia e escolas e dá qualidade a todos esses ambientes”, destacou Ibaneis Rocha. A pista também será cercada por calçadas, canteiro central, iluminação e arborização. Equipamentos públicos vão ser construídos ao longo da vida, melhorando a vida da população. “O principal objetivo dessa obra é a humanização da cidade. Com ela, nós vamos levar qualidade de vida para os moradores, diminuir as distâncias, facilitar a vida de todos ali da região. Vamos trazer mais habitação e transporte”, explicou o secretário de Cidades, Fernando Leite. Investimentos Em dezembro de 2019, o GDF entregou 132 apartamentos no Sol Nascente/Pôr do Sol, medida que beneficiou mil pessoas em um primeiro momento. Essas unidades pertencem ao empreendimento Parque do Sol e são fruto de uma política habitacional baseada em abordagem humanitária da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab-DF). Outra medida para dar maior infraestrutura à região administrativa é a construção de uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS). O espaço, com licitação publicada em novembro de 2019, vai reforçar a assistência à população e beneficiar aproximadamente 24 mil pessoas. Demanda antiga dos moradores do Sol Nascente/Pôr do Sol, a pavimentação asfáltica de aproximadamente 1 km na Vicinal 311 — entre a DF-180 e a região administrativa saiu do papel. Trecho que vai beneficiar 10 mil moradores que transitam diariamente pelo local. Essas são algumas das medidas do GDF para o crescimento e desenvolvimento da região administrativa. https://youtu.be/B2YSaKn_W4k Informações do Site Agência Brasília

Bolsonaro sanciona Orçamento com fundo eleitoral de R$ 2 bi

O presidente Jair Bolsonaro sancionou sem vetos a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2020. O anúncio foi feito na sexta-feira (17), pouco antes das 23h, pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral de Governo, Jorge Oliveira, num post na rede social Twitter. A expectativa é que a publicação saia no Diário Oficial da União de segunda-feira (20). O Orçamento, o primeiro elaborado durante a gestão de Bolsonaro, foi sancionado com o fundo de R$ 2 bilhões para o financiamento de campanhas eleitorais. Com previsão de receitas e despesas totais de R$ 3,687 trilhões para 2020, a LOA foi aprovada em 19 de dezembro pelo Congresso Nacional. O texto tinha até 30 dias para ser sancionado. O Orçamento deste ano destina R$ 2.375,8 trilhões para o Orçamento Fiscal, R$ 1.189,7 trilhão para a Seguridade Social, e R$ 121,4 bilhões para os investimentos das estatais. Para a rolagem (renovação) da dívida pública, estão reservados R$ 917,1 bilhões. A LOA projeta cotação média do dólar a R$ 4 e crescimento de 2,32% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país). A inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está prevista em 3,53% neste ano. A meta da taxa de juros básica, a Selic, é de 4,40%. A meta fiscal para o déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) ficou em R$ 124,1 bilhões, ante R$ 139 bilhões em 2019. Este será o quarto exercício financeiro consecutivo de cumprimento da emenda constitucional do teto dos gastos, que limita o crescimento das despesas públicas pelos próximos 20 anos. Em 2020, as despesas primárias não poderão ultrapassar R$ 1.454.470,30. Para este ano, o Orçamento estima déficit da Previdência em R$ 326,1 bilhões, o equivalente a 4,3% do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país). Desse total, R$ 241,2 bilhões correspondem ao déficit da Previdência Social, que engloba os trabalhadores da iniciativa privada e das estatais; R$ 43 bilhões do regime dos militares e R$ 41,8 bilhões do regime próprio dos servidores públicos federais civis. Informações do Site Agência Brasil

CONCURSOS

Abertas as inscrições para o Curso de Policiamento Montado 2020

Atenção Policiais Militares do DF!!!  Chegou a oportunidade de capacitação para quem almeja trabalhar com policiamento montado.  Em cumprimento ao Plano Anual de Ensino da PMDF, estão abertas as inscrições para o “Curso de Policiamento Montado 2020”.  O curso será nível misto, em que oficiais QOPM ou QOPMA até o posto de capitão e praças poderão concorrer à uma das 55 vagas disponibilizadas pela PMDF. Trata-se de uma oportunidade de habilitação para o exercício do policiamento ostensivo montado e da instrução da tropa montada, com o conhecimento técnico, biológico e físico do cavalo e das condições de transporte e trato. Serão oferecidos diversos módulos com técnicas específicas de veterinária e treinamento dos cavalos para o Serviço Policial Militar, com previsão de atividades complementares e realização de visitas e palestras.  O curso tem previsão de início para o dia 03/02 e acontecerá no 1º Regimento de Polícia Montada (1º RPMon), localizado no Riacho Fundo.  Maiores informações pelo EDITAL DEEC Nº 01/ 2020, DE 07 DE JANEIRO DE 2020. As inscrições serão até o dia 21 de janeiro. Garanta a sua vaga! Informações do Site PMDF

Ministério Público Militar divulga edital de novo concurso público

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), desta quarta-feira (15/1), o edital do 12º concurso público do Ministério Público Militar (MPM), que oferta seis vagas para o cargo de promotor de Justiça Militar. O valor do subsídio é de R$ 33.689,11. As oportunidades serão para lotação nas unidades de Bagé/RS, Belém/PA, Manaus/AM, Recife/PE e Rio de Janeiro/RJ. Poderão participar do certame pessoas formadas em direito, com, no mínimo, três anos de atividade jurídica exercida exclusivamente após a obtenção do grau de bacharelado. As inscrições poderão ser realizadas de 21 de janeiro a 19 de fevereiro pelo site do Ministério. A taxa é de R$ 250 e estarão isentos inscritos no programa CadÚnico do Governo Federal e doadores de medula óssea. É preciso realizar a solicitação em até 15 dias antes do prazo de inscrição. Fases do concurso O certame será realizado em cinco fases:I - primeira etapa - uma prova escrita objetiva, de caráter eliminatório e classificatório; II - segunda etapa - quatro provas escritas subjetivas, uma para cada grupo de matérias, todas de caráter eliminatório e classificatório; III - terceira etapa - quatro provas orais, uma para cada Grupo de matérias, todas de caráter eliminatório e classificatório; IV - quarta etapa - uma prova prática, de caráter classificatório; e V - quinta etapa - avaliação de títulos, de caráter classificatório.As fases contarão com questões sobre as disciplinas de direitos penal e militar, direito processual penal militar, organização judiciária militar e Ministério Público da União, direito - constitucional, internacional penal e internacional humanitário e direitos humanos. O concurso público terá validade de dois anos, contados a partir da data da publicação da homologação da classificação final, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período, a depender do órgão. Informações do Jornal Correio Braziliense

Hermeto critica beijo gay de PMs: “Corporação tá se acabando”

Subtenente da reserva da Polícia Militar do DF, o deputado distrital Hermeto (MDB) entrou na polêmica gerada pela foto que mostra dois casais gays se beijando em formatura de praças da corporação. Em um grupo de WhatsApp, o parlamentar enviou, no domingo (12/01/2020): “Minha corporação tá se acabando. Meu Deus!!! São formandos de hoje. Na minha época, era expulso por pederastia”. Homossexualidade masculina, pederastia era considerada crime sexual no Código Penal Militar até 2015, ano em que o STF decidiu retirar o termo. O deputado também disse, em outro grupo, que respeita a “preferência” de cada um, mas não concorda que policial fardado tenha esse comportamento. “Isso vale também para um homem e uma mulher”, acrescentou. À coluna Grande Angular, da Jornalista Lilian Tahan, Hermeto enviou uma nota por meio da assessoria de imprensa. O parlamentar afirmou não concordar com a conduta dos PMs porque o ato tem caráter ideológico-político e foge do objetivo da corporação de garantir a segurança do cidadão. Leia a manifestação de Hermeto na íntegra: O deputado distrital Hermeto não concorda com a conduta dos dois policiais militares homossexuais beijando seus parceiros na formatura de praças da PMDF porque o ato dos PMs tem caráter ideológico-político e foge do objetivo da corporação de garantir a segurança do cidadão. Os dois policiais militares fardados agiram para gerar polêmica e transformou a formatura de praças em palco para debate sobre ideologia de gênero. Isso é contra os princípios e a conduta dos homens e mulheres da PMDF. Os policiais militares do DF são vistos como os melhores do Brasil porque respeitam as liberdades e direitos dos cidadãos. Na corporação, o pm é treinado dentro de padrão ético e profissional para respeitar crenças e opções de cada um dos brasileiros. É esse espírito que deve ser mantido no exercício dos deveres de cada um dos policiais militares. Para tanto, não há espaço para que o PM do DF tenha partido político ou ideologia. Não concordar com a atitude dos dois PMs não é homofobia. Não concordar com a atitude político-ideológica é defender os princípios éticos e o pundonor que move a PMDF. É preciso dar voz para a maioria da tropa da PMDF que não concorda com a atitude dos dois PMs. Uma cabo e um soldado se beijam em formatura militar aparentando algum tipo de protesto/ativismo e são criticados por parlamentar A FALA DO PM “Não se calem”, posta PM que beijou namorado em formatura no DF. O soldado da Polícia...

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O Distrito Federal perdeu em quarenta e quatro dias o equivalente a onze Batalhões da PM

No ano de 2008 o Blog Policiamento Inteligente apresentou um relatório sobre o efetivo da Polícia Militar do Distrito Federal. Neste período, o efetivo era de 15.206 homens e mulheres. De lá para cá, ocorreram a formação de 4 turmas do Curso de Formação de Praças (foram realizados dois concursos), ocorreu uma reestruturação da Corporação e vários "batalhões" foram criados, mas o efetivo gira em torno de um pouco mais de 12 mil homens e mulheres.  Vários candidatos ao governo do Distrito Federal prometeram fazer concursos para ingresso de mil policiais por ano, dentre eles: Arruda, Agnelo e Rollemberg,  mas foram apenas promessas não cumpridas.  No dia de ontem uma listagem de 103 policiais, publicada no DODF, fez com que o número de policiais aposentados somente no ano de 2017 ultrapassasse mil e cem policiais. É como se 11 (onze) Batalhões da Cidade Estrutural tivessem sido fechados somente este ano. Um dos fatores que tem influenciado os Policiais Militares a pedirem a reserva remunerada é o medo de modificações na lei previdenciária que será discutida até julho. Além disso, a falta de perspectivas de promoções na Corporação também tem contribuído para a aposentadoria em massa. Grande parte dos policiais que estão aposentando são subtenentes e sargentos que não veem mais possibilidades de promoções nos próximos anos. A falta de fluidez na carreira é o grande desmotivador para os policiais mais experientes. Este ano a quantidade de aposentadorias pode ultrapassar dois mil pedidos. A previsão é de que 5 mil policiais militares deixem a corporação nos próximos três anos. Um fato assustador, já que a lei 12.086/09 limita a quantidade de soldados a apenas 5.564, sendo assim, nos próximos 3 anos o governo está limitado a chamar apenas três mil e quinhentos novos soldados. Veja quantos policiais foram aposentados nos últimos 44 dias com base nas publicações do DODF, com seus respectivos dias e quantitativo de PM´s aposentados: 02.01.2017= 134 - 09.01.2017= 40 - 13.01.2017= 74 -18.01.2017= 79 - 20.01.2017= 74 - 23.01.2017= 74 - 25.01.2017= 60 - 27.01.2017= 94 - 03.02.2017=273 - 13.02.2017=146 - 21.02.2017=103. TOTAL = 1.151

Delegado, além de prender policiais militares por usurpação de função, os chama de milicianos

Uma matéria do Portal Metrópoles, intitulada Delegado chama policiais militares de "milicianos" e aciona MPDFT,  foi alvo de discussões acalaloradas nos grupos policiais. Segundo o site o Plantonista da 12ª DP acusa PMs de "usurpar" funções de investigação e diz que prática pode fazer Brasília voltar "aos tempos de ditadura". Dois policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar, em Taguatinga, foram indiciados por usurpação de função pública na terça-feira (31/01). O caso foi registrado pelo delegado Thiago Boeing Schemes da Silva, Plantonista da 12ª DP (Taguatinga Centro). Segundo o Portal Metrópoles, na ocorrência, ele chegou a chamar os militares de "milicianos"e afirmou que, se os PM´s seguirem com os "trabalhos de investigação", Brasília vai voltar aos tempos de ditadura". A Briga de egos e vaidade de alguns integrantes dos órgãos de segurança pública demostra o quanto algumas pessoas estão despreocupadas com a melhoria do atendimento a população do Distrito Federal. Inicialmente, o sargento Anderson Pinho e o cabo Flavio Alvin contaram à Polícia Civil que, na manhã de terça (31/1), estavam em um veículo descaracterizado quando receberam uma mensagem informando sobre um carro, do modelo Jetta, que havia sido roubado. Ao patrulhar a região de Taguatinga, eles conseguiram localizar o automóvel, estacionado na CSM 7, próximo ao Mercado Sul. Os militares entraram em contato com o proprietário. A vítima compareceu ao local e retirou o veículo. A população pouco entende que existe uma polícia que age antes do crime e outra que age depois, mas ela sente na pele que o criminoso está agindo impunemente em nossas cidades. Enquanto isso, polícia briga com polícia e os bandidos ficam cada vez mais organizados e unidos no cometimento de crimes. O Jetta estava ao lado de um Peugeot 208. Após análise, os PMs verificaram que também se tratava de produto de roubo. Os militares perseguiram o condutor do segundo veículo até a QSA 25, onde o abordaram, prenderam e levaram à DP. O suspeito afirmou que o automóvel não era dele e, sim, de um cliente da oficina em que trabalha. Foi arbitrada uma fiança no valor de R$ 10 mil. Como não foi paga, o suspeito permaneceu detido. Diante destes fatos o delegado avaliou que os policiais militares fizeram "investigação" e que tal fato configura usurpação de função pública. Investigar, segundo os manuais, é a busca da autoria e materialidade durante a condução do Inquérito Policial. Segundo informações colhidos em grupos de policiais militares os policiais acusados de "usurpação" de função pública já conseguiram recuperar e devolver aos donos de veículos roubados e furtados mais de 120 carros. Temos certeza que a população agradece. O delegado afirmou durante a entrevista ao site que a dupla tem, sistematicamente, realizado abordagens e conduzido suspeitos à central de flagrantes. "Em quase...

Policiais mutilados levam calote de seguradora contratada pelo GDF

Responsáveis pela segurança da população e atuando em atividades de alto risco, os 23,7 mil policiais civis, militares e bombeiros do Distrito Federal contam, desde 2008, com um seguro de vida que poderia ser um alento às famílias em caso de acidentes graves ou morte em serviço. O problema é que alguns servidores chegaram a ter membros amputados e até mesmo perderam a vida em trabalho, mas as famílias, até hoje, não receberam a indenização. Tudo porque a seguradora que prestava o serviço até 2014, a FederalPrev, faliu. Segundo denúncias de policiais e bombeiros, entre 2008 e 2014, nenhum servidor recebeu os valores do seguro na época em que era operado pela FederalPrev. O primeiro caso em que uma família conseguiu ter acesso ao pagamento ocorreu em 2015, já com a nova empresa, contratada em 2014, a Previsul. A ocorrência em questão se refere ao sargento Reginaldo Vieira, morto em serviço em 15 de março de 2015, no Paranoá. A indenização ficou em R$ 130 mil. Mas os casos de quem não consegue o benefício se multiplicam, como o do primeiro sargento da PM Adriano Ricardo Ferreira, 40 anos. Na tarde de 4 de setembro de 2013, Ferreira teve o antebraço direito amputado após sofrer uma acidente com a viatura durante uma perseguição policial. A capotagem ocorreu na L2 Norte. Mesmo tendo direito ao seguro, ele precisou acionar a Justiça para tentar receber o recurso. O processo ainda tramita e não houve decisão a respeito do caso. O benefício é pouco divulgado. Fui saber que tinha direito seis meses depois do acidente. À época, a seguradora responsável era a FederalPrev, que funcionava no Setor de Rádio e TV Sul. Depois de 15 dias que entreguei os documentos, voltei ao local e a sala estava vazia. A empresa havia sido liquidada" Adriano Ricardo Ferreira, primeiro sargento da PM Sem receber o benefício e sem ter a quem recorrer, o militar entrou com um processo na Justiça para tentar resolver a situação. A angústia da espera mantém viva a lembrança do acidente que mudou completamente a vida do policial. Ele teve que sair das ruas, atividade na qual mais se identificava, e assumir tarefas burocráticas no setor administrativo da corporação. As sequelas, segundo Ferreira, são sentidas até hoje. “Esse processo do seguro me desgastou bastante. Fora que ainda sinto dores devido à amputação. A minha última cirurgia foi em agosto de 2016. Ela estava marcada para 2015, mas não pude fazer por conta dos problemas com o convênio da PM”, destacou. Morte em serviço A família de outro sargento da Polícia Militar também recorreu à Justiça para conseguir receber o seguro. A mulher, que não quis ter o nome divulgado, contou que o marido perdeu a vida em julho de 2013, em um acidente de trânsito, quando saía do trabalho. “Ele morreu de farda, estava em serviço. Deixou uma...

Mais uma viatura da PM capota após passar sobre poça de óleo

Uma viatura da Polícia Militar capotou no viaduto de ligação do Núcleo Bandeirante para a Candangolândia por volta das 15h20 desta segunda-feira (13/2). Segundo a assessoria de comunicação da PMDF, havia apenas um policial no veículo, que sofreu apenas lesões leves e foi encaminhado pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Maria Auxiliadora no Gama. A perícia da Polícia Militar foi acionada para apurar as causas do acidente. Segundo relato do servidor que conduzia a viatura, havia óleo na pista. Por essa razão, ele perdeu o controle do veículo. Nos últimos anos, ao menos 25 viaturas da PMDF capotaram, sendo que o caso mais grave resultou na morte do cabo Renato Fernandes da Silva, 37 anos, em 5 de fevereiro do ano passado. Em julho de 2016, a PMDF publicou edital de licitação para renovar a frota de viaturas. O valor estipulado foi de R$ 57,88 milhões. A ideia é comprar até 400 veículos para substituir as Mitsubishi Pajero, adquiridas em 2012, e consideradas inseguras para as atividades diárias da corporação. Policiais militares relatam que a direção costuma travar fazendo com que eles percam o controle do veículo. Uma viatura do Guará (VTR 2575) em 2016 chegou a travar as rodas em uma curva, vindo a rodar na pista e por pouco não capotou. A solução encontrada pelas autoridades responsáveis foi retirar a viatura de uma área e mandá-la para outra. Entenda o que pode acontecer com as viaturas Pajero enquanto o policial dirige: https://www.youtube.com/watch?v=hohyG0C5J4M&feature=youtu.be Com informações do Site Metrópoles e Facebook de Aderivaldo Cardoso

A polícia atua em todas as áreas: uma empresa multi-uso 

Polícia Militar único órgão presente e atuante em todas as áreas do Distrito Federal

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