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sexta-feira, 24 de maio, de 2019, 12:12 PM

POLÍCIA MILITAR

Polícia Militar prende aluno armado dentro de escola no DF

Um aluno do 6º ano do Centro Educacional 3, em Ceilândia, foi preso dentro da escola, nesta quinta-feira (23/05/2019), em posse de uma arma de fogo. Funcionários da escola viram o estudante de 18 anos armado, com um revólver calibre 38, e chamaram o Batalhão Escolar da Polícia Militar. Segundo o tenente Marcos Silva, o jovem teve passagens pela polícia quando era menor de idade. O rapaz contou à PM que comprou a arma para defesa pessoal e disse tê-la adquirido na Feira do Rolo de Ceilândia por R$ 2,5 mil. “Ele falou que tinha uma moto e a vendeu para comprar a arma. Ontem, ele teria se desentendido com outros alunos, mas não disse nem quem seria, nem os motivos”, detalhou o policial. A numeração da arma estava intacta, o que facilitará a identificação do verdadeiro proprietário, segundo o tenente. “O revólver foi apreendido e ele, encaminhado para a delegacia.” Informações do Portal Metrópoles

STM solta militares acusados pela morte de músico fuzilado no Rio

O Superior Tribunal Militar (STM) concedeu, por maioria de votos, habeas corpus para nove militares acusados de participação no fuzilamento do músico Evaldo Rosa, no Rio de Janeiro, no dia 07 de abril, e do catador Luciano Macedo. A soltura é imediata. Nove militares que estavam presos em decorrência do flagrante, tiveram as prisões preventivas decretadas pela juíza Mariana Campos. A defesa dos acusados alegou que eles confundiram o veículo dirigido por Evaldo com o de criminosos, que teriam atacado o pelotão cerca de meia hora antes do fato.  O carro onde estava o artista e a família, foi atingido por mais de 80 tiros. Luciano passava pelo local, e ao ver os disparos contra o carro da família, tentou ajudar as vítimas. No entanto, foi baleado e morreu dias depois em decorrência dos ferimentos. Durante o julgamento, o relator, Lucio de Barros Góes, afirmou que "não existe indício de que a liberdade dos acusados poderia interferir no andamento do processo". Ele foi seguido por outros nove ministros, de um total de 15 julgadores, sendo que o presidente vota apenas em casos de empate. Ao votar pela manutenção da prisão, a ministra Maria Elizabeth Rocha, afirmou que ficou claro que os militares conheciam os riscos do ato que cometeram, e nem se quer se aproximaram do veículo para dar ordem de parada ou rendição. "Todos os militares estavam cientes quando executaram os atos que foram imputados. O Cabo Araújo afirmou que não houve ordem do comandante para que os disparos fossem realizados. O risco dessa ação era evidente. Se exigiria maior cautela ao disparar armas de fogo de grosso calibre em área urbana", disse. Informações do Jornal Correio Brazilense

PM expulsa capitão e pastor condenado por estuprar enteada adolescente

A Polícia Militar do Distrito Federal demitiu das fileiras da corporação o capitão Gilvan Figueiredo de Oliveira (foto principal). Ele foi preso por agentes da Divisão de Operações Especiais (DOE) da Polícia Civil acusado de molestar a enteada de 14 anos. A portaria foi publicada nesta quinta-feira (23/05/2019) no Diário Oficial do DF. A medida é fundamentada na decisão judicial transitada em julgado. O ex-policial foi preso em setembro de 2017 por determinação do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Taguatinga do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Oliveira, que também é pastor evangélico, tem 43 anos. Ele é acusado de ter abusado a enteada adolescente, entre 2014 e 2015. A vítima relatou à polícia que o padrasto a violentou em várias oportunidades em um período de aproximadamente oito meses. A primeira vez ocorreu em uma viagem que a família fez para Caldas Novas (GO). A mãe da vítima já estava separada do padrasto, mas mesmo assim os filhos continuavam a ter contato com o homem que os criou desde os primeiros anos de vida. A adolescente relatou que Gilvan teria lhe feito carícias e passado a mão em seus seios e barriga antes de fazer sexo oral e tentar a penetração. A menina disse que os abusos repetiram-se durante visitas que ela fez ao padrasto após a viagem, no apartamento dele em Taguatinga. Segundo a vítima, o abusador pedia perdão antes de molestá-la e depois ameaçava-a dizendo que a família ficaria sem pensão e sem ter o que “comer”, caso a garota contasse para alguém o que ele fazia com ela. A denúncia foi feita à Polícia Civil em abril de 2016. A condenação foi confirmada pela Justiça em 8 de setembro de 2017. Ele foi preso em casa e condenado a 17 anos e 3 meses por estupro de vulnerável. A Polícia Militar informou que antes mesmo da condenação judicial já havia sido aberto um Conselho de Justificação em 2016, em razão da grave acusação contra o policial. Informações do Portal Metrópoles

Órgãos policiais do DF recolherão armas de policiais acusados de violência contra a mulher

Presidente da Comissão Externa da Violência contra a Mulher, a deputada Flávia Arruda (PR/DF) está pedindo aos governadores que recolham as armas de policiais suspeitos de agressões domésticas. Impressiona o assassinato seguido de suicídio envolvendo um policial civil e a ex-namorada, a professora Débora Correa. Só neste ano, 13 mulheres morreram vítimas de homens com quem tinham ou tiveram relacionamentos. Policiais civis e militares do Distrito Federal envolvidos em processos da Lei Maria da Penha terão recolhidas as armas de fogo fornecidas pelas corporações. Na semana marcada pelo 13º caso de feminicídio ocorrido em 2019 na capital do país, o governador, Ibaneis Rocha (MDB), assinou decreto para restringir o porte e o uso de armamentos por integrantes das forças locais de segurança que respondem por acusações de violência contra a mulher. A determinação já foi encaminhada pelo chefe do Executivo para publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e passa a valer a partir da data da divulgação.É uma medida extremamente necessária para diminuir esse alarmante índice de feminicídios, um crime covarde e irracional que macula a nossa sociedade. Não vou medir esforços para reduzir esses delitos bárbaros"Ibaneis Rocha, governador do DF Quando são aprovados em concurso e tomam posse no cargo público, os integrantes das forças de segurança passam a ter o uso e o porte da arma de fogo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), atualmente, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) conta com cerca de 10,3 mil integrantes. Já a Polícia Civil (PCDF) trabalha com efetivo aproximado de 4,4 mil servidores. O Corpo de Bombeiros (CBMDF) tem 5,5 mil integrantes na ativa. Pauta no Congresso A onda dos registros recorrentes de ataques contra mulheres no DF – muitos deles resultando em assassinatos – tem alertado autoridades sobre a necessidade emergencial de se criarem mecanismos administrativos e institucionais para coibir novas fatalidades. No caso específico da nova regra estabelecida pelo DF, a ideia integra pauta da Comissão Externa de Combate à Violência contra a Mulher e Feminicídio da Câmara dos Deputados. Ela é composta pelas deputadas Margarete Coelho (PP-PI), Leandre (PV-PR), Áurea Carolina (Psol-MG), Sâmia Bomfim (PSol-SP) e Flávia Arruda (PR). Com informações do Portal Metrópoles e do Jornal Correio Brazilense

Surto de caxumba é confirmado em escola militarizada de Ceilândia

O Centro Educacional 7 (CED) de Ceilândia está com surto de caxumba confirmado pela Secretaria de Saúde. O órgão confirmou que cerca de 20 pessoas apresentaram sinais da doença no colégio, mas as aulas não foram suspensas. A escola é uma das unidades do DF com gestão compartilhada entre as secretarias de Educação e de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), desde 1º de fevereiro. A Secretaria de Saúde informou que ao ter conhecimento dos casos de caxumba, a Coordenação Regional de Ceilândia acionou a Vigilância Epidemiológica.  Uma das medidas tomadas foi o envio de uma equipe para a conferência das carteiras de vacinação de estudantes e servidores. A pasta ressaltou, ainda, a previsão é de que nos próximos dias seja realizada na escola a imunização das pessoas que não estejam devidamente protegidas, mas não apresentou data. Com informações do Jornal Correio Braziliense

POLÍCIA CIVIL

Governo autoriza nomeação de 1.047 aprovados em concurso da Polícia Federal

O governo autoriza a nomeação de candidatos aprovados no concurso público da Polícia Federal. O decreto assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, autorizando a nomeação, está publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (24). De acordo com o decreto, serão nomeados 1.047 candidatos, sendo 500 aprovados e classificados dentro do quantitativo de vagas originalmente previsto para pronto provimento e mais 547 aprovados, que não estavam dentro da quantidade de vagas originalmente prevista. No dia 14 de abril, em uma postagem no Twitter, o presidente da República escreveu que o governo chamaria mil candidatos aprovados em concurso da PF para compor o quadro da instituição. “Governo anuncia convocação de mais 1.000 policiais federais. O objetivo é compor gradativamente o quadro de inteligência, como no trabalho da Lava-Jato (combate à corrupção) e outros serviços de segurança nacional dentro do orçamento possível destes primeiros 100 dias de mandato.” Informações da Agência Brasil

Decreto recolhe armas de policiais indiciados pela Lei Maria da Penha

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, assinou, na manhã desta quinta-feira (23), um decreto que restringe o uso de armas por profissionais das forças de segurança pública envolvidos em processos da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). O recolhimento ocorrerá em caso de servidores das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros Militar e do Sistema Penitenciário do DF que forem indiciados em inquéritos policiais por motivo de violência doméstica e familiar contra a mulher. O texto também prevê a mesma determinação àqueles profissionais que estiverem com medida protetiva judicial decretada. A arma de fogo ficará retida até a conclusão do processo judicial respectivo. “Estamos trabalhando, mas precisamos de uma campanha com toda a sociedade”, destacou Ibaneis Rocha, durante a assinatura do decreto. “O momento é de união de toda a sociedade, para reduzirmos os índices de feminicídio. ” Presente à cerimônia, o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, reforçou ser esta uma das prioridades do governador. “É mais uma medida no sentido de preservar vidas”, disse. O momento é de união de toda a sociedade, para reduzirmos os índices de feminicídioIbaneis Rocha, governador do DF Quando houver indiciamento, o delegado de polícia responsável pelo inquérito policial deverá comunicar à corporação da qual o indiciado faz parte. A medida é para a adoção de providências necessárias ao decreto. O texto ainda determina que o decreto seja regulamentado pelas forças policiais no prazo de dez dias, a contar de sua publicação. Informações da Agência Brasília

BOMBEIRO MILITAR

Decreto recolhe armas de policiais indiciados pela Lei Maria da Penha

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, assinou, na manhã desta quinta-feira (23), um decreto que restringe o uso de armas por profissionais das forças de segurança pública envolvidos em processos da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). O recolhimento ocorrerá em caso de servidores das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros Militar e do Sistema Penitenciário do DF que forem indiciados em inquéritos policiais por motivo de violência doméstica e familiar contra a mulher. O texto também prevê a mesma determinação àqueles profissionais que estiverem com medida protetiva judicial decretada. A arma de fogo ficará retida até a conclusão do processo judicial respectivo. “Estamos trabalhando, mas precisamos de uma campanha com toda a sociedade”, destacou Ibaneis Rocha, durante a assinatura do decreto. “O momento é de união de toda a sociedade, para reduzirmos os índices de feminicídio. ” Presente à cerimônia, o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, reforçou ser esta uma das prioridades do governador. “É mais uma medida no sentido de preservar vidas”, disse. O momento é de união de toda a sociedade, para reduzirmos os índices de feminicídioIbaneis Rocha, governador do DF Quando houver indiciamento, o delegado de polícia responsável pelo inquérito policial deverá comunicar à corporação da qual o indiciado faz parte. A medida é para a adoção de providências necessárias ao decreto. O texto ainda determina que o decreto seja regulamentado pelas forças policiais no prazo de dez dias, a contar de sua publicação. Informações da Agência Brasília

Discurso de Ibaneis sobre o reajuste da PCDF, PMDF e CBMDF: “Devo, não nego. Pago quando puder”

Os planos dos servidores do GDF de receberem reajuste com a mudança de governo estão frustrados. A mensagem da paridade da Polícia Civil com a Federal e os aumentos da PM e do Corpo de Bombeiros estão parados. Mas a diferença entre Ibaneis Rocha e Rodrigo Rollemberg é a postura. O atual governador tem um discurso de “devo, não nego. Pago quando puder”. Os servidores acreditam na intenção de cumprir suas promessas. Na gestão Rollemberg, a avaliação era oposta. Havia um senso comum de que ele tinha dinheiro, mas não queria pagar. Informações da Coluna Eixo Capital da Jornalista Ana Maria Campos.

POLÍTICA

Governo autoriza nomeação de 1.047 aprovados em concurso da Polícia Federal

O governo autoriza a nomeação de candidatos aprovados no concurso público da Polícia Federal. O decreto assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, autorizando a nomeação, está publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (24). De acordo com o decreto, serão nomeados 1.047 candidatos, sendo 500 aprovados e classificados dentro do quantitativo de vagas originalmente previsto para pronto provimento e mais 547 aprovados, que não estavam dentro da quantidade de vagas originalmente prevista. No dia 14 de abril, em uma postagem no Twitter, o presidente da República escreveu que o governo chamaria mil candidatos aprovados em concurso da PF para compor o quadro da instituição. “Governo anuncia convocação de mais 1.000 policiais federais. O objetivo é compor gradativamente o quadro de inteligência, como no trabalho da Lava-Jato (combate à corrupção) e outros serviços de segurança nacional dentro do orçamento possível destes primeiros 100 dias de mandato.” Informações da Agência Brasil

Educação: João Cardoso cobra mais atenção do GDF às escolas militarizadas

Professor da Secretaria de Educação do Distrito Federal, o deputado distrital João Cardoso (Avante) utilizou a tribuna da Câmara Legislativa nesta quarta (22/5) para chamar a atenção dos parlamentares e do governo local para as necessidades das escolas de gestão compartilhada. Na ocasião, o distrital cobrou a entrega de uniformes escolares, a conclusão do regimento para as escolas militarizadas e o acompanhamento do GDF às escolas públicas do DF. De acordo com o deputado, apesar do sucesso da implantação do projeto piloto nos centros educacionais (CED) 1 da Estrutural, 3 de Sobradinho e 308 do Recanto das Emas, a falta de relacionamento institucional entre as secretarias de Segurança Pública e de Educação com os professores e a comunidade escolar tem causado preocupação. "Tenho visitado diversas escolas e conversado com professores, alunos e militares. Fiquei muito feliz por poder constatar que este é um projeto que está indo muito bem. Mas a direção e os militares sentem a falta da presença do subsecretário da Educação para ouvir as dificuldades que existem.", comenta. "Gostaria que o governo respondesse no sentido de dar assistência às escolas, e não deixasse as escolas sozinhas porque elas estão se sentindo órfãs.", afirma. A intenção do governador Ibaneis Rocha (MDB) é ampliar o projeto de gestão compartilhada para mais 36 escolas ainda este ano. Entre abril e maio, João Cardoso inspecionou 43 das 47 escolas públicas de Sobradinho. Neste mês, ele dará início à visitação das escolas de Planaltina, Paranoá e Itapoã (Saída Norte). A expectativa é que o parlamentar fiscalize todas unidades escolares do DF até o final do ano.

Facebook apaga fake news e contas de extrema-direita

Estudo da organização não governamental (ONG) Avaaz identificou mais de 500 contas do Facebook usadas para disseminar notícias falsas. A rede de contas de extrema-direita publicava discursos de ódio e pretendia “espalhar mensagens de supremacia branca”, segundo a edição online do jornal britânico The Guardian. Apesar dos esforços constantes do Facebook, a rede social tem sido invadida por publicações de desinformação e redes de contas falsas que pretendem tornar virais as chamadas fake news.Nos últimos três meses, a ONG descobriu páginas suspeitas na rede social na França, Alemanha, Itália, no Reino Unido, na Polónia e Espanha.A rede social eliminou contas que tinham cerca de 6 milhões de seguidores e em que proliferavam notícias falsas e discursos de ódio. A maioria foi descoberta por publicar e partilhar, por meio de perfis falsos, conteúdo desinformativo e de incitamento ao ódio. A Avaaz está investigando ainda, no entanto, centenas de outras contas, com mais de 26 milhões de seguidores, que podem ser expostos a conteúdos suspeitos. Essas redes eram muito mais populares do que as páginas oficiais dos grupos populistas de extrema-direita e anti-União Europeia (UE) naqueles países, de acordo com o The Guardian.“As páginas têm altos níveis de interação. Não importa quantos seguidores tem, se não houver interações”, disse Christoph Schott, diretor de campanha do grupo Avaaz. "Eles têm mais de 500 milhões de visualizações apenas nas páginas apagadas, o que é mais do que o número de eleitores na UE", acrescentou. Armas de destruição em massa A Avaaz encontrou, até agora, mais de 550 páginas e grupos, assim como 328 perfis que partilhavam notícias falsas. Embora o Facebook as tenha apagado, a maioria dessas páginas foi visualizada cerca de 533 milhões de vezes, em apenas três meses. Informações da Agência Brasil

Presidente Bolsonaro corrige decreto de armas e veta fuzis

O Presidente Jair Bolsonaro publicou um novo texto para o decreto das armas. Entre as alterações, está o veto ao porte de fuzis, carabinas e espingardas para cidadãos comuns. Segundo o G1, o Palácio do Planalto informou que a nova norma modifica pontos questionados na Justiça, no Congresso e “pela sociedade em geral”. As retificações do Decreto nº 9.785 foram publicadas no Diário Oficial desta quarta-feira (22/05/2019) e um novo documento será elaborado. O decreto de Bolsonaro, assinado no último dia 7, aumentou o limite de energia cinética das armas permitidas para 1.620 joules e, com isso, liberou o uso de armamento considerado restrito. Outra medida polêmica foi a mudança na comprovação de necessidade para ter uma arma para 19 categorias. Com a publicação, o texto foi contestado pelo Ministério Público Federal por partidos políticos no Supremo Tribunal Federal. Governadores de 13 estados e do Distrito Federal assinaram uma carta aberta contra o decreto de Bolsonaro. Outro item a ser modificado é o estabelecimento de uma idade mínima para a prática de tiro esportivo. Agora, o interessado deverá ter, pelo menos, 14 anos e autorização de ambos os responsáveis para a atividade. Com Informações do Site O Antagonista e o Portal Metrópoles

CONCURSOS

STM decide que é competência dos Conselhos de Justiça julgar ex-militares, após a Lei 13.774/2018

Na tarde desta quinta-feira (16), o Superior Tribunal Militar (STM) decidiu, por maioria de votos, que é competência dos conselhos de justiça – órgãos de primeira instância da Justiça Militar da União – julgar ex-militares, ou seja, réus que na prática passaram a ostentar a condição de civis. Até o momento, havia um entendimento diverso sobre o tema na apreciação dos processos em primeira instância que tinham como réus ex-militares. Muitos dos juízes federais da Justiça Militar da União estavam interpretando que, a partir da Lei 13.774/2018, os militares que deixassem as fileiras das Forças Armadas responderiam agora na condição de civis e, por isso, teriam o juiz de carreira da Justiça Militar como responsável pela condução do processo e do julgamento e não mais os conselhos de justiça. A decisão fixa jurisprudência sobre a aplicação da Lei 13.774/2018, publicada no fim do ano passado, que determina que a competência para o julgamento de civis é do juiz monocrático (juiz togado) e não mais dos conselhos de justiça, formados pelo juiz de carreira e mais quatro oficiais das Forças Armadas. Nesta tarde, no julgamento do Recurso em Sentido Estrito nº 7000198-61.2019.7.00.0000, venceu o entendimento de que apenas aquele que à época do cometimento do crime era civil deve ser julgado pelo juiz monocrático, como prevê a nova legislação aprovada ano passado, excluídos dessa regra os ex-militares. A ação julgada foi um Recurso em Sentido Estrito impetrado pelo Ministério Público Militar (MPM) contra a decisão do juiz federal substituto da 2ª Auditoria da 3ª CJM (Bagé-RS), que deixou de convocar o Conselho Permanente de Justiça para processar um ex-militar denunciado por uso de entorpecentes (artigo 290 do Código Penal Militar), por entender que ele se enquadrava na condição de civil e que, por força da Lei 13.774/2018, deveria ser julgado monocraticamente pelo próprio juiz. Em sua decisão o juiz destacou que “a lei afastou qualquer hipótese de submeter réus que não mais integram as fileiras militares ao processo e julgamento por militares dos Conselhos”. “E nesse caso, por conseguinte, ao Juiz Federal caberia processar e julgar, além dos civis que nunca foram militares, também os ex-militares, que ingressam nessa condição, como já está estampado no inciso I-B, do art. 30, da mesma lei”, declarou. Ao apreciar o recurso no STM, a relatora do processo, ministra Maria Elizabeth Rocha, lembrou que o objetivo do novo diploma legal foi determinar que o civil que tenha cometido crime militar não mais fosse julgado por um conselho mas por um único juiz, aprovado por concurso público de provas e títulos. A ministra explicou que tal inovação...

1ª Jornada de Direito Militar quer uniformizar questões jurídicas no âmbito da 1ª instância da Justiça Militar

No período de 28 a 30 de maio, a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados da Justiça Militar da União (Enajum) vai promover a 1ª Jornada de Direito Militar. O evento será realizado no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília, e faz parte do Programa de Formação Continuada para Magistrados da Justiça Militar da União. A intenção da Enajum é proporcionar a juízes e ministros da Justiça Militar da União debates para que posições interpretativas no âmbito da 1ª instância sejam uniformizadas, no que tange ao Direito Penal Militar e ao Direito Processual Penal Militar, adequando-as às inovações legislativas, especialmente à Lei 13.491/2017 e à Lei 13.774/2018, além de posições doutrinárias e jurisprudenciais dessa Justiça Especializada. A palestra de abertura da 1ª Jornada de Direito Militar será feita pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, seguida por outra, sobre a “Dispensa das Alegações Escritas e Orais e Supressão da Sessão de Julgamentos, com o subprocurador-geral de Justiça Militar, Clauro Roberto Bortolli. No penúltimo dia do evento (29), o juiz de Direito André de Mourão Motta, do Tribunal de Justiça Militar do estado de Minas Gerais irá palestrar sobre “A competência monocrática do juiz togado da JME”. Confira a programação. Informações do STM

PMDF: Resultado final do concurso e convocação para matrícula no Curso de Formação de Praças

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) divulgou, nesta quarta-feira (15/5), a convocação para matrícula no curso de Formação de Praças - CFP VI, do concurso público de admissão ao curso de formação de praças, para o cargo de soldado. A publicação da convocação do certame foi publicada no Diário Oficial do DF (DODF). Confira aqui. (pág. 28) De acordo com a publicação, a primeira apresentação será dia 20/05 às 14 horas e a última dia 29/05 também às 14h. Os candidatos relacionados, aprovados no presente concurso público e classificados dentro do limite de vagas oferecido, ficam convocados para comparecer na Diretoria de Pessoal Militar do Departamento de Gestão de Pessoal da PMDF, situada no Setor Policial, Área Especial, Conjunto 4, Asa Sul, Brasília - DF, nos dias e horários discriminados, a fim de efetuarem a entrega da documentação prevista nos itens 3 e 19 do Edital nº 21/DGP - PMDF, de 24 de janeiro de 2018. Foram convocados aproximadamente 630 homens e 100 mulheres. Os candidatos na condição sub judice que estiverem classificados dentro do número de vagas constante do subitem 18.1 do edital normativo, não ocupam vagas numeradas pelos candidatos regulares no certame.

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O Distrito Federal perdeu em quarenta e quatro dias o equivalente a onze Batalhões da PM

No ano de 2008 o Blog Policiamento Inteligente apresentou um relatório sobre o efetivo da Polícia Militar do Distrito Federal. Neste período, o efetivo era de 15.206 homens e mulheres. De lá para cá, ocorreram a formação de 4 turmas do Curso de Formação de Praças (foram realizados dois concursos), ocorreu uma reestruturação da Corporação e vários "batalhões" foram criados, mas o efetivo gira em torno de um pouco mais de 12 mil homens e mulheres.  Vários candidatos ao governo do Distrito Federal prometeram fazer concursos para ingresso de mil policiais por ano, dentre eles: Arruda, Agnelo e Rollemberg,  mas foram apenas promessas não cumpridas.  No dia de ontem uma listagem de 103 policiais, publicada no DODF, fez com que o número de policiais aposentados somente no ano de 2017 ultrapassasse mil e cem policiais. É como se 11 (onze) Batalhões da Cidade Estrutural tivessem sido fechados somente este ano. Um dos fatores que tem influenciado os Policiais Militares a pedirem a reserva remunerada é o medo de modificações na lei previdenciária que será discutida até julho. Além disso, a falta de perspectivas de promoções na Corporação também tem contribuído para a aposentadoria em massa. Grande parte dos policiais que estão aposentando são subtenentes e sargentos que não veem mais possibilidades de promoções nos próximos anos. A falta de fluidez na carreira é o grande desmotivador para os policiais mais experientes. Este ano a quantidade de aposentadorias pode ultrapassar dois mil pedidos. A previsão é de que 5 mil policiais militares deixem a corporação nos próximos três anos. Um fato assustador, já que a lei 12.086/09 limita a quantidade de soldados a apenas 5.564, sendo assim, nos próximos 3 anos o governo está limitado a chamar apenas três mil e quinhentos novos soldados. Veja quantos policiais foram aposentados nos últimos 44 dias com base nas publicações do DODF, com seus respectivos dias e quantitativo de PM´s aposentados: 02.01.2017= 134 - 09.01.2017= 40 - 13.01.2017= 74 -18.01.2017= 79 - 20.01.2017= 74 - 23.01.2017= 74 - 25.01.2017= 60 - 27.01.2017= 94 - 03.02.2017=273 - 13.02.2017=146 - 21.02.2017=103. TOTAL = 1.151

Delegado, além de prender policiais militares por usurpação de função, os chama de milicianos

Uma matéria do Portal Metrópoles, intitulada Delegado chama policiais militares de "milicianos" e aciona MPDFT,  foi alvo de discussões acalaloradas nos grupos policiais. Segundo o site o Plantonista da 12ª DP acusa PMs de "usurpar" funções de investigação e diz que prática pode fazer Brasília voltar "aos tempos de ditadura". Dois policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar, em Taguatinga, foram indiciados por usurpação de função pública na terça-feira (31/01). O caso foi registrado pelo delegado Thiago Boeing Schemes da Silva, Plantonista da 12ª DP (Taguatinga Centro). Segundo o Portal Metrópoles, na ocorrência, ele chegou a chamar os militares de "milicianos"e afirmou que, se os PM´s seguirem com os "trabalhos de investigação", Brasília vai voltar aos tempos de ditadura". A Briga de egos e vaidade de alguns integrantes dos órgãos de segurança pública demostra o quanto algumas pessoas estão despreocupadas com a melhoria do atendimento a população do Distrito Federal. Inicialmente, o sargento Anderson Pinho e o cabo Flavio Alvin contaram à Polícia Civil que, na manhã de terça (31/1), estavam em um veículo descaracterizado quando receberam uma mensagem informando sobre um carro, do modelo Jetta, que havia sido roubado. Ao patrulhar a região de Taguatinga, eles conseguiram localizar o automóvel, estacionado na CSM 7, próximo ao Mercado Sul. Os militares entraram em contato com o proprietário. A vítima compareceu ao local e retirou o veículo. A população pouco entende que existe uma polícia que age antes do crime e outra que age depois, mas ela sente na pele que o criminoso está agindo impunemente em nossas cidades. Enquanto isso, polícia briga com polícia e os bandidos ficam cada vez mais organizados e unidos no cometimento de crimes. O Jetta estava ao lado de um Peugeot 208. Após análise, os PMs verificaram que também se tratava de produto de roubo. Os militares perseguiram o condutor do segundo veículo até a QSA 25, onde o abordaram, prenderam e levaram à DP. O suspeito afirmou que o automóvel não era dele e, sim, de um cliente da oficina em que trabalha. Foi arbitrada uma fiança no valor de R$ 10 mil. Como não foi paga, o suspeito permaneceu detido. Diante destes fatos o delegado avaliou que os policiais militares fizeram "investigação" e que tal fato configura usurpação de função pública. Investigar, segundo os manuais, é a busca da autoria e materialidade durante a condução do Inquérito Policial. Segundo informações colhidos em grupos de policiais militares os policiais acusados de "usurpação" de função pública já conseguiram recuperar e devolver aos donos de veículos roubados e furtados mais de 120 carros. Temos certeza que a população agradece. O delegado afirmou durante a entrevista ao site que a dupla tem, sistematicamente, realizado abordagens e conduzido suspeitos à central de flagrantes. "Em quase...

Policiais mutilados levam calote de seguradora contratada pelo GDF

Responsáveis pela segurança da população e atuando em atividades de alto risco, os 23,7 mil policiais civis, militares e bombeiros do Distrito Federal contam, desde 2008, com um seguro de vida que poderia ser um alento às famílias em caso de acidentes graves ou morte em serviço. O problema é que alguns servidores chegaram a ter membros amputados e até mesmo perderam a vida em trabalho, mas as famílias, até hoje, não receberam a indenização. Tudo porque a seguradora que prestava o serviço até 2014, a FederalPrev, faliu. Segundo denúncias de policiais e bombeiros, entre 2008 e 2014, nenhum servidor recebeu os valores do seguro na época em que era operado pela FederalPrev. O primeiro caso em que uma família conseguiu ter acesso ao pagamento ocorreu em 2015, já com a nova empresa, contratada em 2014, a Previsul. A ocorrência em questão se refere ao sargento Reginaldo Vieira, morto em serviço em 15 de março de 2015, no Paranoá. A indenização ficou em R$ 130 mil. Mas os casos de quem não consegue o benefício se multiplicam, como o do primeiro sargento da PM Adriano Ricardo Ferreira, 40 anos. Na tarde de 4 de setembro de 2013, Ferreira teve o antebraço direito amputado após sofrer uma acidente com a viatura durante uma perseguição policial. A capotagem ocorreu na L2 Norte. Mesmo tendo direito ao seguro, ele precisou acionar a Justiça para tentar receber o recurso. O processo ainda tramita e não houve decisão a respeito do caso. O benefício é pouco divulgado. Fui saber que tinha direito seis meses depois do acidente. À época, a seguradora responsável era a FederalPrev, que funcionava no Setor de Rádio e TV Sul. Depois de 15 dias que entreguei os documentos, voltei ao local e a sala estava vazia. A empresa havia sido liquidada" Adriano Ricardo Ferreira, primeiro sargento da PM Sem receber o benefício e sem ter a quem recorrer, o militar entrou com um processo na Justiça para tentar resolver a situação. A angústia da espera mantém viva a lembrança do acidente que mudou completamente a vida do policial. Ele teve que sair das ruas, atividade na qual mais se identificava, e assumir tarefas burocráticas no setor administrativo da corporação. As sequelas, segundo Ferreira, são sentidas até hoje. “Esse processo do seguro me desgastou bastante. Fora que ainda sinto dores devido à amputação. A minha última cirurgia foi em agosto de 2016. Ela estava marcada para 2015, mas não pude fazer por conta dos problemas com o convênio da PM”, destacou. Morte em serviço A família de outro sargento da Polícia Militar também recorreu à Justiça para conseguir receber o seguro. A mulher, que não quis ter o nome divulgado, contou que o marido perdeu a vida em julho de 2013, em um acidente de trânsito, quando saía do trabalho. “Ele morreu de farda, estava em serviço. Deixou uma...

Mais uma viatura da PM capota após passar sobre poça de óleo

Uma viatura da Polícia Militar capotou no viaduto de ligação do Núcleo Bandeirante para a Candangolândia por volta das 15h20 desta segunda-feira (13/2). Segundo a assessoria de comunicação da PMDF, havia apenas um policial no veículo, que sofreu apenas lesões leves e foi encaminhado pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Maria Auxiliadora no Gama. A perícia da Polícia Militar foi acionada para apurar as causas do acidente. Segundo relato do servidor que conduzia a viatura, havia óleo na pista. Por essa razão, ele perdeu o controle do veículo. Nos últimos anos, ao menos 25 viaturas da PMDF capotaram, sendo que o caso mais grave resultou na morte do cabo Renato Fernandes da Silva, 37 anos, em 5 de fevereiro do ano passado. Em julho de 2016, a PMDF publicou edital de licitação para renovar a frota de viaturas. O valor estipulado foi de R$ 57,88 milhões. A ideia é comprar até 400 veículos para substituir as Mitsubishi Pajero, adquiridas em 2012, e consideradas inseguras para as atividades diárias da corporação. Policiais militares relatam que a direção costuma travar fazendo com que eles percam o controle do veículo. Uma viatura do Guará (VTR 2575) em 2016 chegou a travar as rodas em uma curva, vindo a rodar na pista e por pouco não capotou. A solução encontrada pelas autoridades responsáveis foi retirar a viatura de uma área e mandá-la para outra. Entenda o que pode acontecer com as viaturas Pajero enquanto o policial dirige: https://www.youtube.com/watch?v=hohyG0C5J4M&feature=youtu.be Com informações do Site Metrópoles e Facebook de Aderivaldo Cardoso

A polícia atua em todas as áreas: uma empresa multi-uso 

Polícia Militar único órgão presente e atuante em todas as áreas do Distrito Federal

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