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domingo, 22 de setembro, de 2019, 22:50 PM

POLÍCIA MILITAR

Segundo Policial Militar morto em menos de 24 horas no Rio de Janeiro

O policial militar Fellipe Brasileiro Pinheiro, de 34 anos, que foi baleado numa operação no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio, morreu na madrugada deste domingo (22). A informação foi divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde. Fellipe Brasileiro estava internado em estado grave no Hospital Estadual Getúlio Vargas desde quarta-feira (18) após levar um tiro no peito. A ação policial na comunidade tinha o objetivo de retirar uma cabine da PM da região. O policial integrava o Grupo de Intervenção Tática da Unidade de Polícia Pacificadora do Alemão. Este episódio foi o segundo em que o ele foi baleado durante uma operação no Complexo do Alemão. O SD Felipe deixa um filho apaixonado pela pai e pela polícia. 'Semana difícil', diz porta-voz da PM A morte do PM Fellipe Brasileiro foi a segunda em menos de 24 no Rioo. O cabo Leandro de Oliveira Silva, de 39 anos, foi baleado na cabeça e morreu na tarde de sábado (21) em Benfica, Zona Norte da cidade. Ele abordou dois homens que estavam em uma moto roubada e foi morto a tiros. Foi o 44º PM assassinado este ano no estado. Segundo a PMERJ, ele e um colega do Comando de Polícia Pacificadora faziam patrulhamento perto da Estação de trem de Triagem quando suspeitaram de dois homens em uma moto. Eles viram que o veículo era roubado e abordaram os criminosos. https://twitter.com/PMERJ/status/1175526712655974401?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1175526712655974401&ref_url=https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Frj%2Frio-de-janeiro%2Fnoticia%2F2019%2F09%2F22%2Fpolicial-baleado-em-operacao-no-alemao-morre-no-rio-e-o-segundo-pm-morto-em-menos-de-24-horas.ghtml Durante a abordagem, os homens atiraram em Leandro e atingiram sua cabeça. O confronto ocorreu perto de uma localidade conhecida como Morar Carioca. O cabo foi levado ao Hospital Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos. Leandro era casado e estava na corporação há oito anos. O coronel Mauro Fleiss, porta-voz da PM, afirmou que a corporação está em uma semana difícil. "Estamos numa semana difícil, numa semana que lamentavelmente perdemos 4 policiais militares. Hoje perdemos o cabo Leandro, de serviço, foi vitimado por marginais. A corporação, com o apoio do governo do estado, irá continuar lutando para preservar vidas.", disse. Informações do Portal G1 do Rio de Janeiro

Cabo da PMERJ é morto ao tentar prender assaltantes em Benfica, é o 44º este ano

O cabo da PM Leandro de Oliveira Silva, de 39 anos, foi baleado na cabeça e morreu na tarde deste sábado (21) em Benfica, Zona Norte do Rio. Ele abordou dois homens que estavam em uma moto roubada e foi morto a tiros. Foi o 44º PM assassinado este ano no estado. Segundo a PMERJ, ele e um colega do Comando de Polícia Pacificadora faziam patrulhamento perto da Estação de trem de Triagem quando suspeitaram de dois homens em uma moto. Eles viram que o veículo era roubado e abordaram os criminosos. Durante a abordagem, os homens atiraram em Leandro e atingiram sua cabeça. O confronto ocorreu perto de uma localidade conhecida como Morar Carioca. O cabo foi levado ao Hospital Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos. Leandro era casado e estava na corporação há oito anos. Até o momento, não há confirmação de horário e local do sepultamento. O coronel Mauro Fleiss, porta-voz da PM, lamentou a morte do cabo e lembrou dos outros policiais assassinados nesta semana. "Estamos numa semana difícil, numa semana que lamentavelmente perdemos 4 policiais militares. Hoje perdemos o cabo Leandro, de serviço, foi vitimado por marginais. A corporação, com o apoio do governo do estado, irá continuar lutando para preservar vidas.", disse. Informações do G1 do RJ.

Encontro de carros antigos atrai multidão ao 10º Batalhão, em Ceilândia

O Comando de Policiamento Regional Oeste (CPRO) promove, neste sábado (21), o 1º Encontro de Carros Antigos, em frente ao 10º Batalhão, em Ceilândia. São cerca de 150 carros em exposição. Além dos veículos, o público tem à disposição food truck, brinquedos infláveis, shows musicais e barracas vendendo roupas e acessórios. O coronel Alexandre Ferro, comandante do CPRO, é apaixonado por carros antigos. São sete veículos de colecionador na garagem. O xodó é o MP Lafer. Ele destaca que a ideia de promover o evento em Ceilândia foi aproximar a comunidade da Polícia Militar. “As pessoas precisam ver a PM não apenas como repressora, mas como parceira”, frisa. A parceria se traduz com o interesse dos clubes de carros antigos em participar do evento. O Robson Ferreira, conhecido como Cabeça, é integrante do Clube Antigos de Ceilândia. Apaixonado por veículos militares, adquiriu um Fusca usado no patrulhamento de Brasília na década de 60. “Quando saio na rua, as pessoas constantemente pedem fotos”, conta orgulhoso. Muitos aficionados por veículos antigos descobrem outras utilidades para os carros. Caso do Rogério Cervo. Ele transformou o carro em uma churrasqueira e batizou de Churras Voyage. Em breve, pretende acrescentar um freezer na parte traseira do veículo. “O carro ia pro lixo. Daí eu o transformei e me surpreendi com o desempenho. A churrasqueira assa mais carne, em pouco tempo, e consome pouco carvão”, revela. Na exposição, é possível ver o primeiro veículo usado no patrulhamento do Distrito Federal. A radiopatrulha 01. O Fusca, apelidado de Baratinha, ainda funciona e pertence ao coronel Marcos Antônio Nunes, desde 1997. O 2º tenente Carvalho Santana destaca a importância de manter as unidades militares abertas à comunidade. “A gente mostra que a PM está do lado da sociedade”, diz. “Aproximar a comunidade dos nossos quarteis só traz benefícios”, acrescenta o militar do 10º Batalhão, responsável pelo policiamento do Sol Nascente, Setor O, P Norte, QNQ e QNR. Informações do Site da PMDF

Cerimônia em Comemoração aos 20 anos do CFSD 1999/2000 (os 23/24 mil)

No próximo dia 1º de outubro a Turma Soldado "Dos Anjos" estará comemorando 20 anos de Corporação. Eles são mais conhecidos como os "23 mil". O evento ocorrerá no Minas Hall às 09h e contará com a presença de várias autoridades. Arquivo pessoal A turma foi o "divisor de águas", pois foi uma turma de nível médio, com mais de 50% de ingressos já com graduação superior. Os 23/24 mil hoje tem integrantes nos mais diversos órgãos espalhados pelo Brasil. Arquivo pessoal Foi uma das maiores turmas ao ingressar ao mesmo tempo. Formaram 1.315 (mil trezentos e quinze) policiais militares, divididos em três turnos, sendo Alpha, Bravo e Gama. Os dois primeiros no CFAP em Taguatinga e o último no 9º BPM, na cidade do Gama. Arquivo pessoal Ela leva esse nome em decorrência do assassinato covarde do Soldado Dos Anjos na cidade de Águas Lindas, quando bandidos entraram em sua residência, e ao ver uma tonfa, o identificaram como policial, queriam armas, como não encontraram, mataram o aluno Dos Anjos com um tiro na nuca. Arquivo pessoal Na PMDF os mais antigos da turma são Majores QOPM, tendo vários oficiais combatentes e administrativos. No último CHOAEM/2018, por exemplo, foram 47 alunos oriundos da turma 1999/2000. Além disso, a turma tem especialistas em diversas áreas, ocupando várias posições dentro das funções da PMDF, nelas encontramos 1º Sargentos e 3º Sargentos prestes a serem promovidos a 2º Sargentos. Arquivo pessoal Ao longo de 20 anos de trajetória muitos faleceram, outros foram para a reserva remunerada, outros reformados em decorrência do serviço e infelizmente alguns foram expulsos. Reflexo dos percalços da carreira militar. Arquivo pessoal Nós do policiamento inteligente desejamos vida longa e sucesso aos 23/24 mil da PMDF. Que os momentos vividos e as amizades prevaleçam para sempre. Arquivo pessoal Acesse o link clicando aqui e faça sua inscrição para o evento (gratuito). https://www.youtube.com/watch?v=6cCvLUAm0bQ

Entidades policiais divergem quanto as alterações na gestão do Fundo Constitucional pelo GDF

A proposta do Governo do Distrito Federal de condicionar os reajustes das forças de segurança pública, como a paridade da Polícia Civil, a alterações na gestão do Fundo Constitucional divide as categorias. conforme texto anterior (clique aqui). Para parte das entidades que representam os policiais civis e os militares, a ideia pode fazer os aumentos, prometidos em campanha pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), arrastarem-se por mais tempo. O GDF defende, no entanto, que a mudança é uma forma de acelerar e facilitar o processo, argumento que recebe apoio de outra parte das entidades. O Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do DF (Sindep/DF) adotou postura favorável em relação à iniciativa do governo. Na visão da entidade, o tratamento do GDF, até agora, com diálogo aberto, estabelece confiança para acreditar no aumento. “O GDF vem demonstrando boa vontade com a categoria, está atendendo demandas e pagando passivos. Não vejo razão para crise, até porque o aumento via MP pode ser mais rápido. Para nós, o que importa é que as demandas sejam satisfeitas”, avaliou o presidente do Sindepo/DF, Rafael Sampaio. A posição do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol) segue outra linha. Representantes da entidade avaliam que a proposta de mudança no Fundo Constitucional pode paralisar o processo de reajuste. A melhor opção, segundo o Sinpol, é que o reajuste seja encaminhado diretamente ao Congresso Nacional pela Presidência da República. “A categoria Polícia Civil do DF, a qual é mantida e organizada pela União, foi a mais prejudicada nos últimos 10 anos”, alegou o sindicato, em nota. “Esperamos que, após tantos anos denunciando essa desvalorização profissional, os governos local e federal, enfim, recomponham as perdas salariais desses servidores, tão logo seja aprovada a reforma da Previdência, conforme sinalizavam alguns interlocutores”, complementou. O presidente da Associação dos Oficiais dos Policiais Militares do DF, tenente-coronel Jorge Eduardo Naime, vê com receio a ideia de alterações no Fundo Constitucional. E pede cautela nas mudanças. “Tem de se ter parâmetros muito bem definidos. É uma conversa muito séria. É um tema muito mais complexo do que está sendo colocado”, comentou. Ele ressaltou que ainda não houve encaminhamento para reajustes dos militares. Apesar de indefinição quanto aos aumentos, no início do mês, o GDF fez acenos aos militares. O governo assegurou que, em dezembro, haverá redução do interstício — tempo em que o profissional deve cumprir na função antes de alçar uma patente mais alta — de militares. Por lei, o governo pode diminuir o período em até 50% sempre que houver vagas....

POLÍCIA CIVIL

Padre polonês de Paróquia na 702 Norte é assassinado durante assalto a igreja

O assalto a uma igreja, na 702 Norte, terminou na morte de um sacerdote católico, na noite deste sábado (21/09/2019). Padre Kazimerz Wojn foi estrangulado por bandidos, que reviraram a casa paroquial da igreja Nossa Senhora da Saúde e levaram diversos pertences. As informações preliminares, divulgadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), dão conta de que o cofre também foi revirado. O religioso havia celebrado uma missa no início da noite de sábado, às 18h30. Depois, segundo testemunhas, teria ido fiscalizar uma obra que acontece no terreno da paróquia. O caseiro, que cuidava da reforma, também foi feito refém pelos bandidos. José Gonzaga da Costa, de 39 anos, sofreu escoriações nos braços, mãos e foi transportado para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) estável e orientado. Foi ele quem conseguiu gritar por socorro, afugentando os ladrões, segundo a corporação. Padre Kazimerz foi encontrado morto, com os pés e as mãos amarrados, e com um arame farpado envolto ao pescoço. O religioso também tinha uma lesão na cabeça, segundo a polícia. Ninguém havia sido preso até a última atualização desta reportagem. O corpo do líder religioso foi encontrado do lado de fora da casa paroquial, que fica nos fundos da igreja. A polícia acredita que ele tenha sido morto dentro da residência e arrastado para o lado de fora posteriormente. Somente a perícia da Polícia Civil poderá confirmar as suspeitas. Conhecido na comunidade como padre Casemiro, o pároco já havia alertado as autoridades policiais do DF sobre a nítida sensação de insegurança que rondava a região. Há cinco meses, em 21 de abril deste ano, em pleno Domingo de Páscoa, ladrões invadiram o templo e levaram o sacrário do altar. A peça havia sido doada há 20 anos e tem valor estimado em R$ 20 mil. Com informações do Portal Metrópoles

Entidades policiais divergem quanto as alterações na gestão do Fundo Constitucional pelo GDF

A proposta do Governo do Distrito Federal de condicionar os reajustes das forças de segurança pública, como a paridade da Polícia Civil, a alterações na gestão do Fundo Constitucional divide as categorias. conforme texto anterior (clique aqui). Para parte das entidades que representam os policiais civis e os militares, a ideia pode fazer os aumentos, prometidos em campanha pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), arrastarem-se por mais tempo. O GDF defende, no entanto, que a mudança é uma forma de acelerar e facilitar o processo, argumento que recebe apoio de outra parte das entidades. O Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do DF (Sindep/DF) adotou postura favorável em relação à iniciativa do governo. Na visão da entidade, o tratamento do GDF, até agora, com diálogo aberto, estabelece confiança para acreditar no aumento. “O GDF vem demonstrando boa vontade com a categoria, está atendendo demandas e pagando passivos. Não vejo razão para crise, até porque o aumento via MP pode ser mais rápido. Para nós, o que importa é que as demandas sejam satisfeitas”, avaliou o presidente do Sindepo/DF, Rafael Sampaio. A posição do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol) segue outra linha. Representantes da entidade avaliam que a proposta de mudança no Fundo Constitucional pode paralisar o processo de reajuste. A melhor opção, segundo o Sinpol, é que o reajuste seja encaminhado diretamente ao Congresso Nacional pela Presidência da República. “A categoria Polícia Civil do DF, a qual é mantida e organizada pela União, foi a mais prejudicada nos últimos 10 anos”, alegou o sindicato, em nota. “Esperamos que, após tantos anos denunciando essa desvalorização profissional, os governos local e federal, enfim, recomponham as perdas salariais desses servidores, tão logo seja aprovada a reforma da Previdência, conforme sinalizavam alguns interlocutores”, complementou. O presidente da Associação dos Oficiais dos Policiais Militares do DF, tenente-coronel Jorge Eduardo Naime, vê com receio a ideia de alterações no Fundo Constitucional. E pede cautela nas mudanças. “Tem de se ter parâmetros muito bem definidos. É uma conversa muito séria. É um tema muito mais complexo do que está sendo colocado”, comentou. Ele ressaltou que ainda não houve encaminhamento para reajustes dos militares. Apesar de indefinição quanto aos aumentos, no início do mês, o GDF fez acenos aos militares. O governo assegurou que, em dezembro, haverá redução do interstício — tempo em que o profissional deve cumprir na função antes de alçar uma patente mais alta — de militares. Por lei, o governo pode diminuir o período em até 50% sempre que houver vagas....

BOMBEIRO MILITAR

Homem morre queimado em incêndio na QNN 19 de Ceilândia

Um homem morreu em um incêndio em residência na QNM 19 Conjunto N, em Ceilândia Sul, por volta das 17:25 deste sábado (21). O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu a esta ocorrência empregando seis viaturas e dezoito militares. No local, os socorristas encontraram o corpo, masculino, adulto, carbonizado e sem identificação. Foram resgatados 11 cachorros. A casa teve a entrada bloqueada por escombros e, por isso, os militares precisaram fazer um buraco em um muro nos fundos da casa. Segundo o CBMDF, houve muita dificuldade para acessar a casa em chamas pois havia muito material reciclável no lote impedindo o acesso das guarnições.

Entidades policiais divergem quanto as alterações na gestão do Fundo Constitucional pelo GDF

A proposta do Governo do Distrito Federal de condicionar os reajustes das forças de segurança pública, como a paridade da Polícia Civil, a alterações na gestão do Fundo Constitucional divide as categorias. conforme texto anterior (clique aqui). Para parte das entidades que representam os policiais civis e os militares, a ideia pode fazer os aumentos, prometidos em campanha pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), arrastarem-se por mais tempo. O GDF defende, no entanto, que a mudança é uma forma de acelerar e facilitar o processo, argumento que recebe apoio de outra parte das entidades. O Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do DF (Sindep/DF) adotou postura favorável em relação à iniciativa do governo. Na visão da entidade, o tratamento do GDF, até agora, com diálogo aberto, estabelece confiança para acreditar no aumento. “O GDF vem demonstrando boa vontade com a categoria, está atendendo demandas e pagando passivos. Não vejo razão para crise, até porque o aumento via MP pode ser mais rápido. Para nós, o que importa é que as demandas sejam satisfeitas”, avaliou o presidente do Sindepo/DF, Rafael Sampaio. A posição do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol) segue outra linha. Representantes da entidade avaliam que a proposta de mudança no Fundo Constitucional pode paralisar o processo de reajuste. A melhor opção, segundo o Sinpol, é que o reajuste seja encaminhado diretamente ao Congresso Nacional pela Presidência da República. “A categoria Polícia Civil do DF, a qual é mantida e organizada pela União, foi a mais prejudicada nos últimos 10 anos”, alegou o sindicato, em nota. “Esperamos que, após tantos anos denunciando essa desvalorização profissional, os governos local e federal, enfim, recomponham as perdas salariais desses servidores, tão logo seja aprovada a reforma da Previdência, conforme sinalizavam alguns interlocutores”, complementou. O presidente da Associação dos Oficiais dos Policiais Militares do DF, tenente-coronel Jorge Eduardo Naime, vê com receio a ideia de alterações no Fundo Constitucional. E pede cautela nas mudanças. “Tem de se ter parâmetros muito bem definidos. É uma conversa muito séria. É um tema muito mais complexo do que está sendo colocado”, comentou. Ele ressaltou que ainda não houve encaminhamento para reajustes dos militares. Apesar de indefinição quanto aos aumentos, no início do mês, o GDF fez acenos aos militares. O governo assegurou que, em dezembro, haverá redução do interstício — tempo em que o profissional deve cumprir na função antes de alçar uma patente mais alta — de militares. Por lei, o governo pode diminuir o período em até 50% sempre que houver vagas....

POLÍTICA

Homem morre queimado em incêndio na QNN 19 de Ceilândia

Um homem morreu em um incêndio em residência na QNM 19 Conjunto N, em Ceilândia Sul, por volta das 17:25 deste sábado (21). O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu a esta ocorrência empregando seis viaturas e dezoito militares. No local, os socorristas encontraram o corpo, masculino, adulto, carbonizado e sem identificação. Foram resgatados 11 cachorros. A casa teve a entrada bloqueada por escombros e, por isso, os militares precisaram fazer um buraco em um muro nos fundos da casa. Segundo o CBMDF, houve muita dificuldade para acessar a casa em chamas pois havia muito material reciclável no lote impedindo o acesso das guarnições.

Servidores que ingressaram até 2003 terão direito a aposentadoria integral

Servidores públicos foram os únicos beneficiados pela mais recente versão da reforma da Previdência, anunciada nesta quinta-feira (19/9) pelo relator no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE). Das 77 emendas apresentadas no plenário com sugestões de mudanças no texto, apenas uma foi aceita: a que permite a quem ingressou no serviço público antes de 2003 e recebe, além do salário, gratificação por desempenho, tenha direito a aposentadoria integral. Com a mudança, proposta pelo senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o tempo mínimo de contribuição deixa de ser exigido constitucionalmente nesses casos de rendimento variável. Para receber os valores integrais, os funcionários em questão não vão mais precisar completar 35 anos de serviço, no caso dos homens, ou 30, se forem mulheres, como estava previsto no parecer anterior. Continua valendo a regra de hoje: cada estado decide o critério de proporção para o cálculo desse tipo de aposentadoria. A mudança vale para servidores federais, estaduais e municipais e não prejudica a economia esperada com a reforma em 10 anos, que continua estimada em R$ 876,7 bilhões. No relatório, Jereissati afirma que “o impacto é virtualmente nulo para a União”, porque trata de casos em que o servidor tem vantagens que variam de acordo com os indicadores de desempenho ou produtividade — critérios de avaliação incomuns, segundo ele, em âmbito federal. Por ser uma emenda de supressão, que apenas retira um trecho e não altera o mérito, pode ser votada apenas pelo Senado, sem precisar voltar para a Câmara em seguida. Se os senadores concordarem, o trecho suprimido pode ser inserido na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 133/2019, a chamada PEC paralela, que também muda as regras previdenciárias e já começou a tramitar no Senado. O relator rejeitou as outras 76 emendas dos senadores, que sugeriam desde mudanças em regras de cálculo de benefícios até diminuição de idade mínima de aposentadoria. Mas aproveitou para fazer um ajuste de texto a fim de manter a criação de uma alíquota mais baixa para trabalhadores informais e acabar com a controvérsia sobre se essa mudança tocaria no mérito da reforma, o que obrigaria que a reforma voltasse à Câmara. Para resolver o impasse, Jereissati substituiu o termo “os que se encontram em situação de informalidade” por “trabalhadores de baixa renda”. Com isso, “não cabe mais a interpretação de que seja um grupo adicional”, explicou. Paralela Os senadores já apresentaram 189 emendas à PEC paralela, que reúne mudanças excluídas da original para que a tramitação não atrasasse. A presidente da CCJ, Simone Tebet, disse nesta quinta-feira (19/9) que negocia um plano de trabalho para tratar do assunto. A primeira fase de tramitação...

GDF dá início ao processo para asfaltar 10,5km da DF-285, que leva a Unaí

As obras de pavimentação da DF-285, que faz ligação do Distrito Federal com a cidade mineira de Unaí, devem começar nesta sexta-feira (20/9). A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (19/9), logo após a assinatura feita no local pelo governador Ibaneis Rocha de uma ordem serviço destinada ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Serão cerca de 10,5 quilômetros asfaltados, com duas faixas de rolamento, acostamento e ciclovia. O trecho, localizado no Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF), é rota de escoamento de grande parte da produção rural do DF e, segundo o governador, deve melhorar o fluxo econômico a partir da obra. "Com isso, a gente conclui o que nessa região é muito importante para todos os produtores, desde o pequeno produtor até aquele maior, que precisa escoar a sua produção rural." Também presente, o presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente (MDB), aproveitou o momento para pedir ao governo a extensão da quilometragem asfaltada. De acordo com o deputado, com mais um quilômetro e meio, a população do Jardim Dois seria melhor atendida. Em resposta, o governador disse aos presentes que aceitava a proposta e que uma nova licitação deveria ser feita já na próxima semana para que, além deste trecho, 4,9 quilômetros da Vicinal 441, estrada de terra que chega à Comunidade Agrícola Lamarão, também seja asfaltada. "Aproveitamos essa oportunidade para lançar mais duas obras: o final até a ponte atendendo ao pessoal do Jardim Dois e essa obra do Lamarão. Na semana que vem os recursos já estarão disponibilizados para a licitação e para iniciar a obra o mais rápido possível", destacou o governador. Durante o pronunciamento, Ibaneis Rocha  disse que o GDF vai disponibilizar cerca de R$ 60 milhões para o projeto Caminho das Escolas, que deve atender trechos rurais utilizados por estudantes em todo DF.  Informações do Jornal Correio Braziliense

Caiado anuncia implantação de dois colégios militares na região do Entorno do DF

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), anunciou por meio de sua conta no Twitter que o ministro da Educação, Abraham Weint, vai destinar duas novas escolas cívico-militares para Goiás. Elas serão instaladas na região do Entorno do Distrito Federal. A destinação das unidades de ensino vai ao encontro aos anseios do governador Ronaldo Caiado (DEM) que se mantém alinhado ao governo de Jair Bolsonaro (PSL). De acordo com Caiado, a instalação dos colégios militares é um projeto do presidente que deve ser implantado em todo o país em 2020. “Agradeço ao ministro e ao presidente. Goiás apoia essa medida importante para a nossa sociedade”, disse o governador ao comemorar a instalação dos colégios em uma região que registra um dos mais altos índices de criminalidade do Estado. Informações do Jornal Opção

CONCURSOS

Senac oferece 1,7 mil vagas em 44 cursos gratuitos no DF

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Distrito Federal (Senac-DF) divulgou novo edital para ingresso de alunos em cursos técnicos e de formação iniciada. Detalhe: todos são gratuitos. São 1.743 vagas em 44 aulas diferentes. Elas serão ministradas nas unidades de Ceilândia, Gama, Taguatinga, Plano Piloto, Setor Comercial Sul, Sobradinho e em instituições parceiras. Informações do Portal Metrópoles

Nova lei assegura direito de mãe amamentar filho durante concurso

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (17), sem vetos, projeto do Congresso Nacional que assegura às mães o direito de amamentar filhos de até seis meses de idade durante provas de concursos públicos, desde que solicitado antecipadamente à instituição organizadora. A Lei 13872/19 é baseada em proposta apresentada pelo ex-senador e atual deputado José Medeiros (PODE-MT). Segundo o texto, a certidão de nascimento deverá ser apresentada antes da data da prova para comprovar a idade da criança. No dia do exame, pessoa indicada pela mãe acompanhará o bebê e permanecerá com ele em sala reservada. A amamentação será permitida por períodos de até 30 minutos por filho, em intervalos de duas horas. Durante o período de amamentação, a mãe será acompanhada por fiscal. O tempo gasto pela candidata será compensado integralmente para a realização da prova. Por fim, o texto determina que o edital do concurso deverá mencionar o direito à amamentação e conceder prazo para a solicitação. A nova lei somente entrará em vigor em 30 dias. Informações da Agência Câmara Notícias

Enfim, saiu: publicado edital de concurso para auditor fiscal do DF

Após impasses e estudos internos, a Secretaria de Economia do Distrito Federal publicou, no Diário Oficial do DF (DODF) desta terça-feira (17/09/2019), edital para contratação de 120 auditores fiscais. O número servirá para suprir parte do déficit desses profissionais na pasta, que alcança 571 vagas. De acordo com a Secretaria de Economia, “o investimento em mão de obra qualificada vai gerar mais arrecadação e retornar em diversos serviços e obras públicas para os moradores do DF”. Um contrato foi assinado com o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) para realização do certame. Das 120 vagas ofertadas, 40 são imediatas e 80 ficarão em cadastro de reserva. As inscrições começam no dia 22 de novembro e vão até 19 de dezembro, no site do Cebraspe. A taxa a ser desembolsada pelos candidatos é de R$ 55. A carreira de auditor fiscal exige formação superior em qualquer área e, para o ingresso na área, são necessários conhecimentos avançados sobre tributação, auditoria e gestão. O último concurso para a pasta foi realizado em 2001. O salário inicial da carreira é de R$ 14.970, podendo ser acrescentados gratificações de titulação, adicional de qualificação, indenização de transporte e outros benefícios. O último reajuste dos auditores ocorreu em 2013. Avaliação De acordo com o edital, os participantes serão avaliados por meio de provas objetivas, previstas para 2 de fevereiro de 2020. Também haverá exame discursivo, marcado para 12 de abril do próximo ano. O conteúdo programático das provas pode ser visto no edital, disponível a seguir. Edital – Concurso Auditor Fiscal by Rebeca Borges on Scribd https://www.scribd.com/document/426221388/Edital-Concurso-Auditor-Fiscal Informações do Portal Metrópoles

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O Distrito Federal perdeu em quarenta e quatro dias o equivalente a onze Batalhões da PM

No ano de 2008 o Blog Policiamento Inteligente apresentou um relatório sobre o efetivo da Polícia Militar do Distrito Federal. Neste período, o efetivo era de 15.206 homens e mulheres. De lá para cá, ocorreram a formação de 4 turmas do Curso de Formação de Praças (foram realizados dois concursos), ocorreu uma reestruturação da Corporação e vários "batalhões" foram criados, mas o efetivo gira em torno de um pouco mais de 12 mil homens e mulheres.  Vários candidatos ao governo do Distrito Federal prometeram fazer concursos para ingresso de mil policiais por ano, dentre eles: Arruda, Agnelo e Rollemberg,  mas foram apenas promessas não cumpridas.  No dia de ontem uma listagem de 103 policiais, publicada no DODF, fez com que o número de policiais aposentados somente no ano de 2017 ultrapassasse mil e cem policiais. É como se 11 (onze) Batalhões da Cidade Estrutural tivessem sido fechados somente este ano. Um dos fatores que tem influenciado os Policiais Militares a pedirem a reserva remunerada é o medo de modificações na lei previdenciária que será discutida até julho. Além disso, a falta de perspectivas de promoções na Corporação também tem contribuído para a aposentadoria em massa. Grande parte dos policiais que estão aposentando são subtenentes e sargentos que não veem mais possibilidades de promoções nos próximos anos. A falta de fluidez na carreira é o grande desmotivador para os policiais mais experientes. Este ano a quantidade de aposentadorias pode ultrapassar dois mil pedidos. A previsão é de que 5 mil policiais militares deixem a corporação nos próximos três anos. Um fato assustador, já que a lei 12.086/09 limita a quantidade de soldados a apenas 5.564, sendo assim, nos próximos 3 anos o governo está limitado a chamar apenas três mil e quinhentos novos soldados. Veja quantos policiais foram aposentados nos últimos 44 dias com base nas publicações do DODF, com seus respectivos dias e quantitativo de PM´s aposentados: 02.01.2017= 134 - 09.01.2017= 40 - 13.01.2017= 74 -18.01.2017= 79 - 20.01.2017= 74 - 23.01.2017= 74 - 25.01.2017= 60 - 27.01.2017= 94 - 03.02.2017=273 - 13.02.2017=146 - 21.02.2017=103. TOTAL = 1.151

Delegado, além de prender policiais militares por usurpação de função, os chama de milicianos

Uma matéria do Portal Metrópoles, intitulada Delegado chama policiais militares de "milicianos" e aciona MPDFT,  foi alvo de discussões acalaloradas nos grupos policiais. Segundo o site o Plantonista da 12ª DP acusa PMs de "usurpar" funções de investigação e diz que prática pode fazer Brasília voltar "aos tempos de ditadura". Dois policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar, em Taguatinga, foram indiciados por usurpação de função pública na terça-feira (31/01). O caso foi registrado pelo delegado Thiago Boeing Schemes da Silva, Plantonista da 12ª DP (Taguatinga Centro). Segundo o Portal Metrópoles, na ocorrência, ele chegou a chamar os militares de "milicianos"e afirmou que, se os PM´s seguirem com os "trabalhos de investigação", Brasília vai voltar aos tempos de ditadura". A Briga de egos e vaidade de alguns integrantes dos órgãos de segurança pública demostra o quanto algumas pessoas estão despreocupadas com a melhoria do atendimento a população do Distrito Federal. Inicialmente, o sargento Anderson Pinho e o cabo Flavio Alvin contaram à Polícia Civil que, na manhã de terça (31/1), estavam em um veículo descaracterizado quando receberam uma mensagem informando sobre um carro, do modelo Jetta, que havia sido roubado. Ao patrulhar a região de Taguatinga, eles conseguiram localizar o automóvel, estacionado na CSM 7, próximo ao Mercado Sul. Os militares entraram em contato com o proprietário. A vítima compareceu ao local e retirou o veículo. A população pouco entende que existe uma polícia que age antes do crime e outra que age depois, mas ela sente na pele que o criminoso está agindo impunemente em nossas cidades. Enquanto isso, polícia briga com polícia e os bandidos ficam cada vez mais organizados e unidos no cometimento de crimes. O Jetta estava ao lado de um Peugeot 208. Após análise, os PMs verificaram que também se tratava de produto de roubo. Os militares perseguiram o condutor do segundo veículo até a QSA 25, onde o abordaram, prenderam e levaram à DP. O suspeito afirmou que o automóvel não era dele e, sim, de um cliente da oficina em que trabalha. Foi arbitrada uma fiança no valor de R$ 10 mil. Como não foi paga, o suspeito permaneceu detido. Diante destes fatos o delegado avaliou que os policiais militares fizeram "investigação" e que tal fato configura usurpação de função pública. Investigar, segundo os manuais, é a busca da autoria e materialidade durante a condução do Inquérito Policial. Segundo informações colhidos em grupos de policiais militares os policiais acusados de "usurpação" de função pública já conseguiram recuperar e devolver aos donos de veículos roubados e furtados mais de 120 carros. Temos certeza que a população agradece. O delegado afirmou durante a entrevista ao site que a dupla tem, sistematicamente, realizado abordagens e conduzido suspeitos à central de flagrantes. "Em quase...

Policiais mutilados levam calote de seguradora contratada pelo GDF

Responsáveis pela segurança da população e atuando em atividades de alto risco, os 23,7 mil policiais civis, militares e bombeiros do Distrito Federal contam, desde 2008, com um seguro de vida que poderia ser um alento às famílias em caso de acidentes graves ou morte em serviço. O problema é que alguns servidores chegaram a ter membros amputados e até mesmo perderam a vida em trabalho, mas as famílias, até hoje, não receberam a indenização. Tudo porque a seguradora que prestava o serviço até 2014, a FederalPrev, faliu. Segundo denúncias de policiais e bombeiros, entre 2008 e 2014, nenhum servidor recebeu os valores do seguro na época em que era operado pela FederalPrev. O primeiro caso em que uma família conseguiu ter acesso ao pagamento ocorreu em 2015, já com a nova empresa, contratada em 2014, a Previsul. A ocorrência em questão se refere ao sargento Reginaldo Vieira, morto em serviço em 15 de março de 2015, no Paranoá. A indenização ficou em R$ 130 mil. Mas os casos de quem não consegue o benefício se multiplicam, como o do primeiro sargento da PM Adriano Ricardo Ferreira, 40 anos. Na tarde de 4 de setembro de 2013, Ferreira teve o antebraço direito amputado após sofrer uma acidente com a viatura durante uma perseguição policial. A capotagem ocorreu na L2 Norte. Mesmo tendo direito ao seguro, ele precisou acionar a Justiça para tentar receber o recurso. O processo ainda tramita e não houve decisão a respeito do caso. O benefício é pouco divulgado. Fui saber que tinha direito seis meses depois do acidente. À época, a seguradora responsável era a FederalPrev, que funcionava no Setor de Rádio e TV Sul. Depois de 15 dias que entreguei os documentos, voltei ao local e a sala estava vazia. A empresa havia sido liquidada" Adriano Ricardo Ferreira, primeiro sargento da PM Sem receber o benefício e sem ter a quem recorrer, o militar entrou com um processo na Justiça para tentar resolver a situação. A angústia da espera mantém viva a lembrança do acidente que mudou completamente a vida do policial. Ele teve que sair das ruas, atividade na qual mais se identificava, e assumir tarefas burocráticas no setor administrativo da corporação. As sequelas, segundo Ferreira, são sentidas até hoje. “Esse processo do seguro me desgastou bastante. Fora que ainda sinto dores devido à amputação. A minha última cirurgia foi em agosto de 2016. Ela estava marcada para 2015, mas não pude fazer por conta dos problemas com o convênio da PM”, destacou. Morte em serviço A família de outro sargento da Polícia Militar também recorreu à Justiça para conseguir receber o seguro. A mulher, que não quis ter o nome divulgado, contou que o marido perdeu a vida em julho de 2013, em um acidente de trânsito, quando saía do trabalho. “Ele morreu de farda, estava em serviço. Deixou uma...

Mais uma viatura da PM capota após passar sobre poça de óleo

Uma viatura da Polícia Militar capotou no viaduto de ligação do Núcleo Bandeirante para a Candangolândia por volta das 15h20 desta segunda-feira (13/2). Segundo a assessoria de comunicação da PMDF, havia apenas um policial no veículo, que sofreu apenas lesões leves e foi encaminhado pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Maria Auxiliadora no Gama. A perícia da Polícia Militar foi acionada para apurar as causas do acidente. Segundo relato do servidor que conduzia a viatura, havia óleo na pista. Por essa razão, ele perdeu o controle do veículo. Nos últimos anos, ao menos 25 viaturas da PMDF capotaram, sendo que o caso mais grave resultou na morte do cabo Renato Fernandes da Silva, 37 anos, em 5 de fevereiro do ano passado. Em julho de 2016, a PMDF publicou edital de licitação para renovar a frota de viaturas. O valor estipulado foi de R$ 57,88 milhões. A ideia é comprar até 400 veículos para substituir as Mitsubishi Pajero, adquiridas em 2012, e consideradas inseguras para as atividades diárias da corporação. Policiais militares relatam que a direção costuma travar fazendo com que eles percam o controle do veículo. Uma viatura do Guará (VTR 2575) em 2016 chegou a travar as rodas em uma curva, vindo a rodar na pista e por pouco não capotou. A solução encontrada pelas autoridades responsáveis foi retirar a viatura de uma área e mandá-la para outra. Entenda o que pode acontecer com as viaturas Pajero enquanto o policial dirige: https://www.youtube.com/watch?v=hohyG0C5J4M&feature=youtu.be Com informações do Site Metrópoles e Facebook de Aderivaldo Cardoso

A polícia atua em todas as áreas: uma empresa multi-uso 

Polícia Militar único órgão presente e atuante em todas as áreas do Distrito Federal

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