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quinta-feira, 21 de fevereiro, de 2019, 8:03 AM

POLÍCIA MILITAR

Aumenta procura por matrículas em escola militarizada do DF

Após votações conturbadas, com direito a bate-boca entre policiais militares e integrantes do Sindicato dos Professores (Sinpro), quatro escolas públicas do Distrito Federal vivem dias de transição e tentam se adequar ao modelo de gestão compartilhada com a Polícia Militar. O regimento traz consigo novidades que, gradualmente, são inseridas nos cotidianos das unidades educacionais. Embora ainda seja cedo para se avaliar o impacto em questões como desempenho escolar, alguns efeitos já são sentidos. No Centro Educacional 1 da Estrutural, por exemplo, a diretora Estela Accioly conta que a lista de espera de matrícula “aumentou muito” desde a chegada dos militares. Ainda não há números oficiais, que devem ser fechados nos próximos dias. No entanto, mais de 400 mil estudantes e 28 mil professores retornaram às atividades nas 678 unidades de ensino espalhadas pela capital do país, no último dia 11. “Ainda é a segunda semana de aula, mas já é possível observar muita diferença. São poucos pais insatisfeitos com a gestão compartilhada. As turmas estão lotadas, os professores se sentem mais seguros. Os próprios alunos veem os policiais como companheiros agora e estão muito mais calmos”, afirma Estela. O primeiro-tenente Araújo é o responsável pela formação disciplinar dos alunos no turno da tarde. Ele explica que o papel dos policiais não interfere na questão pedagógica. “Trata-se de uma gestão compartilhada, não militarizada. Estamos aqui para dar mais segurança e facilitar o trabalho da educação”, disse. Na formação de entrada, os policiais ficam responsáveis por organizar os alunos. Além disso, conforme conta o tenente Araújo, os PMs colaboram reforçando conceitos de cidadania, ética e postura. Algumas regras podem ser observadas: todos devem utilizar calças – nunca short ou saia; as meninas devem usar coque no cabelo e os meninos precisam apresentar um corte padrão. São cerca de 700 estudantes, em três turnos, para sete policiais. O projeto, no entanto, segundo a PM, é que fiquem de 20 a 25 militares em cada escola, a princípio, voluntários. “Esperamos uma verdadeira transformação tanto da educação quanto da comunidade em que eles vivem, em questão de convivência e valores”, resume o tenente. “Xerife”Uma das novidades mais curiosas nos colégios é a criação de uma espécie de “xerife” em cada sala de aula. Com funções e responsabilidades semelhantes às de um representante de turma, o aluno escolhido irá desempenhar papel fundamental em questões disciplinares, incluindo o controle de presença dos colegas de classe. “Ele que irá fazer uma relação informando aos professores se determinado colega faltou ou foi embora mais cedo, sem ser notado”, explicou o major Lobato Marques, um dos PMs responsáveis pela parte disciplinar...

“Placar de benefícios” dados pelo governo: PCDF 5×0 PMDF, diz entidade

A proposta de aumento salarial de 37% aos policiais civis do Distrito Federal anunciada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), nessa terça-feira (19/2), acirrou os ânimos na Polícia Militar (PMDF). Inconformados, alguns militares já confessam ter iniciado uma Operação Tartaruga – quando o ritmo de trabalho diminui significativamente. O Governo do Distrito Federal (GDF) promete apresentar uma proposta à categoria ainda neste mês. Por meio de nota, a Associação dos Oficiais da PM (Asof) afirmou entender a concessão do reajuste à Polícia Civil, julgando “merecida”, mas ressaltou que os militares aguardam tratamento igualitário por parte do GDF. A fim de mostrar a insatisfação, a entidade divulgou uma “atualização no placar da PCDF x PMDF”. Os militares, de acordo com a Asof, estariam perdendo de 5 a 0 em relação aos benefícios concedidos. Um dos pontos garantidos à PCDF que não foi estendido à PMDF seria a gratificação de R$ 400 para cada 8 horas de trabalho voluntário. Outro item apontado pela associação é o bônus de 30%, correspondente a R$ 2,5 mil, para os policiais civis aposentados retornarem à ativa. O terceiro ponto mencionado foi o reajuste dividido em seis parcelas até 2021, a fim de garantir a paridade com a Polícia Federal. Os militares também reclamam da possibilidade de os servidores da coirmã alcançarem o topo da carreira em 12 anos e a ausência de escala extra para a PM.O GDF ainda não percebeu a importância e a necessidade de conceder tratamento isonômico para uma categoria essencial à segurança pública do brasiliense, sem a qual o Distrito Federal fica à mercê de suas muitas adversidades sociais"Associação dos Oficiais da PMDF A Asof concluiu dizendo que os “policiais militares continuam acreditando no governo Ibaneis Rocha” e estão esperançosos na recomposição salarial. A associação não menciona a convocação para a realização de Operação Tartaruga. Confira a nota na íntegra: Nota da Asof sobre aumento para a PCDF Nessa terça (19), durante a cerimônia de entrega das novas viaturas da PCDF, Ibaneis afirmou que pretende apresentar a proposta de recomposição salarial da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros até o fim de fevereiro. Segundo o secretário de Fazenda, André Clemente, os técnicos estão ajustando o texto final. “Qual é a nossa estratégia? Achar a gordura disponível e chamar um a um para negociar”, comentou Clemente. Resolver a questão da PM e dos bombeiros é fundamental para evitar uma crise de “ciúmes” entre as Forças de Segurança. Operação TartarugaConforme noticiou o Metrópoles em 13 de fevereiro, o Palácio do Buriti ficou em estado de alerta após tomar conhecimento de uma convocação de policiais militares para Operação Legalidade ou Operação Tartaruga. No Executivo, a mensagem soou como...

Parlamentares militares cobram reajuste para a PM e Bombeiro aos moldes da PC

Após o governador Ibaneis anunciar reajuste para Policiais Civis em seis parcelas até 2021 e Delegados aceitarem proposta de reajuste de 37%, com parcelamento, vários políticos da PMDF se pronunciaram nas redes sociais e na tribuna da Câmara Legislativa do DF cobrando as promessas de campanha. Em vários grupos de operacionais e de discussões políticas, de policiais militares, muitos questionavam por que o governador não fez um anúncio conjunto para as forças de segurança. Alguns afirmam que possivelmente seja para medir as reações e quiçá até mesmo não cumprir suas promessas com a categoria. Segundo o Deputado Hermeto (MDB) o Governador Ibaneis irá cumprir todas as promessas feitas aos integrantes da Polícia Militar. Segundo ele, o reajuste da PMDF será realizado assim que o governo resolver pendências referentes aos questionamentos do Tribunal de Contas da União com relação ao auxílio moradia. A luz vermelha está acesa na Corporação e no próprio governo, mas a esperança é a última que morre, sendo assim, os policiais militares continuam buscando o aumento da produtividade e a redução dos índices criminais.

Doação de Sangue – 2ºSGT José Araújo da Silva

O Segundo Sargento PMDF inativo, José Araújo da Silva, necessita de doadores de sangue de qualquer tipo. O sargento sofreu um AVC no dia 24/12/2018 e desde então segue internado na UTI do Hospital Maria Auxiliadora no Gama. Os doadores devem procurar a Hemoclínica, na 716 Sul, ao lado do Hospital Santa Lúcia. O horário de funcionamento é de segunda a quinta de 7h às 12h, às sextas de 7h às 16h e aos sábados de 7h às 11h30.Antes de ir para a reserva remunerada, o sargento serviu no Quartel do Comando-Geral. Ele ingressou na corporação em julho de 1958 e hoje tem 90 anos. Informações do Site da PMDF

Solenidade de recepção dos alunos veteranos e novatos do Colégio Militar Tiradentes

Na manhã de segunda-feira (18) ocorreu, na nova sede do Colégio Militar Tiradentes (CMT), a recepção dos alunos veteranos e a incorporação dos novatos. A solenidade contou com a presença de pais, professores, policiais integrantes do CMT e ex-alunos do 3º Ano. Aluna Coronel Ellen Lacerda e o ex-aluno Coronel Caio Mendes A aluna Coronel Ellen Lacerda (3º Ano) apresentou o efetivo de alunos ao Comandante do Colégio Militar Tiradentes, TC Danilo Nunes, que deu início a solenidade com o hasteamento do Pavilhão Nacional, que foi conduzido pelo aluno Cleber Alan e as alunas Agatha Targino e Karolina Costa. Novos Alunos do CMT sendo recepcionados Um momento marcante foi o juramento de incorporação dos novos Honrados Patriotas, feito pela Aluna Ana Gonçalves (1º Ano), repetido pelos demais. Juramento dos novos Honrados Patriotas Após as palavras do Comandante, que deu as boas vindas aos alunos, a tropa formada, sob o comando da aluna Coronel Ellen Lacerda, marchou em continência ao comando. Alunos marchando em continência ao Comandante do CMT Informações do Site do Colégio Militar Tiradentes

POLÍCIA CIVIL

O que mudará para os militares e policiais com a reforma da previdência?

Militares O governo quer aumentar o tempo de contribuição dos militares de 30 para 35 anos. O projeto de lei específico para o regime das Forças Armadas será enviado aos parlamentares em até 30 dias. A proposta também englobará a Previdência de policiais militares e de bombeiros, atualmente submetidos a regras especiais dos estados. O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, informou que o governo pretende aumentar a alíquota única dos militares de 7,5% para 10,5%. Regime de capitalização Os trabalhadores que ingressarem no mercado de trabalho após a aprovação da reforma da Previdência poderão aderir a um regime de capitalização. Por esse sistema, será garantido o salário mínimo, por meio de um fundo solidário. O trabalhador poderá escolher livremente a entidade de previdência, pública ou privada, e a modalidade de gestão de reservas, com possibilidade de portabilidade. Policiais e agentes penitenciários Os policiais civis, federais, agentes penitenciários e socioeducativos se aposentarãoaos 55 anos. A idade valerá tanto para homens como para mulheres. Os tempos de contribuição serão diferenciados para homens e mulheres. Os agentes e policiais masculinos precisarão ter 30 anos de contribuição, contra 25 anos para as mulheres. A proposta também prevê tempo mínimo de serviço de 20 anos para policiais homens e agentes homens e 15 anos para policiais e agentes mulheres. Progressivamente, o tempo de exercício progredirá para 25 anos para homens e 20 anos para mulheres nos dois cargos (agente e policiais). As duas categorias não estão submetidas a aposentadorias especiais. A proposta não contempla os policiais militares e bombeiros. Informações da Agência Brasil

Sinpol sobre paridade com a PMDF: “Injusta e demagógica”

Pouco após aprovar, em assembleia nesta quarta-feira (20/2), a proposta de reajuste salarial de 37% parcelado em seis vezes anunciada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) partiu para o ataque em defesa do benefício. O Sinpol afirma que a paridade entre PCDF, PMDF e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal é “injusta e demagógica”. “É falacioso o discurso de um tratamento privilegiado aos policiais civis, quando, na verdade, eles foram os mais preteridos até aqui”, diz o sindicato, em nota. A entidade divulgou uma longa lista de benefícios que seriam concedidos aos militares e negados aos civis. Entre eles, direito a horas extras, auxílio-uniforme, menores descontos previdenciários, hospitais e escolas subsidiados com recursos públicos e até mesmo condições especiais em programas governamentais de moradia. O texto é uma reação às críticas da Associação dos Oficiais da PM (Asof), que, também por meio de nota, afirmou entender a concessão do reajuste à Polícia Civil, considerada “merecida”, mas ressaltou que os militares aguardam tratamento igualitário por parte do GDF. A fim de mostrar a insatisfação, a entidade divulgou uma “atualização no placar da PCDF x PMDF”. Os militares, de acordo com a Asof, estariam perdendo de 5 a 0 em relação aos benefícios concedidos. Inconformados, alguns militares já confessam ter iniciado uma operação tartaruga – quando o ritmo de trabalho diminui significativamente. O GDF promete apresentar uma proposta à categoria ainda neste mês. Confira a íntegra da nota do Sinpol: Ainda que setores e figuras públicas ligadas à Polícia e ao Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal insistam na tese, o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) reitera que não existe paridade entre as forças policiais do DF. Esse posicionamento é necessário, uma vez que dados oficiais, de um levantamento do próprio Governo do Distrito Federal, apontam que, ao contrário do que se ventila por aqueles, os policiais civis têm sido preteridos quando se comparam percentuais de reajuste salarial e outros benefícios concedidos aos bombeiros e policiais militares ao longo dos últimos 15 anos. Entre 2003 e 2018, por exemplo, enquanto a inflação acumulada foi de 168% (INPC), a PMDF e o CBMDF acumularam reajustes de aproximadamente 261% Já o que foi concedido à PCDF chegou a 148% – portanto, abaixo da inflação e mais de 100 pontos percentuais a menos que as outras duas forças. Já neste aspecto, fica claro que, em termos de remuneração, a tese de que há uma paridade entre as três forças não se sustenta, uma vez que as remunerações das forças militares...

BOMBEIRO MILITAR

O que mudará para os militares e policiais com a reforma da previdência?

Militares O governo quer aumentar o tempo de contribuição dos militares de 30 para 35 anos. O projeto de lei específico para o regime das Forças Armadas será enviado aos parlamentares em até 30 dias. A proposta também englobará a Previdência de policiais militares e de bombeiros, atualmente submetidos a regras especiais dos estados. O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, informou que o governo pretende aumentar a alíquota única dos militares de 7,5% para 10,5%. Regime de capitalização Os trabalhadores que ingressarem no mercado de trabalho após a aprovação da reforma da Previdência poderão aderir a um regime de capitalização. Por esse sistema, será garantido o salário mínimo, por meio de um fundo solidário. O trabalhador poderá escolher livremente a entidade de previdência, pública ou privada, e a modalidade de gestão de reservas, com possibilidade de portabilidade. Policiais e agentes penitenciários Os policiais civis, federais, agentes penitenciários e socioeducativos se aposentarãoaos 55 anos. A idade valerá tanto para homens como para mulheres. Os tempos de contribuição serão diferenciados para homens e mulheres. Os agentes e policiais masculinos precisarão ter 30 anos de contribuição, contra 25 anos para as mulheres. A proposta também prevê tempo mínimo de serviço de 20 anos para policiais homens e agentes homens e 15 anos para policiais e agentes mulheres. Progressivamente, o tempo de exercício progredirá para 25 anos para homens e 20 anos para mulheres nos dois cargos (agente e policiais). As duas categorias não estão submetidas a aposentadorias especiais. A proposta não contempla os policiais militares e bombeiros. Informações da Agência Brasil

Parlamentares militares cobram reajuste para a PM e Bombeiro aos moldes da PC

Após o governador Ibaneis anunciar reajuste para Policiais Civis em seis parcelas até 2021 e Delegados aceitarem proposta de reajuste de 37%, com parcelamento, vários políticos da PMDF se pronunciaram nas redes sociais e na tribuna da Câmara Legislativa do DF cobrando as promessas de campanha. Em vários grupos de operacionais e de discussões políticas, de policiais militares, muitos questionavam por que o governador não fez um anúncio conjunto para as forças de segurança. Alguns afirmam que possivelmente seja para medir as reações e quiçá até mesmo não cumprir suas promessas com a categoria. Segundo o Deputado Hermeto (MDB) o Governador Ibaneis irá cumprir todas as promessas feitas aos integrantes da Polícia Militar. Segundo ele, o reajuste da PMDF será realizado assim que o governo resolver pendências referentes aos questionamentos do Tribunal de Contas da União com relação ao auxílio moradia. A luz vermelha está acesa na Corporação e no próprio governo, mas a esperança é a última que morre, sendo assim, os policiais militares continuam buscando o aumento da produtividade e a redução dos índices criminais.

POLÍTICA

Governo vai retomar obras paralisadas na Cidade Ocidental

Três importantes obras paralisadas em governos anteriores já estão sendo retomado na gestão Fábio Correa. Depois de ajustes técnicos e fiscais, o Centro de Convivência do Idoso, a Creche do Parque das Américas e a Estrada Parque Dom Bosco estão em processo de reinício. É o que garante o secretário de Administração, Alexandre Xavier. Ao assumir o governo, o prefeito Fábio Correa elegeu como medida prioritária a recuperação da situação fiscal de Cidade Ocidental. É como acontece com o consumidor normal. Quando as dívidas não são pagas, o cidadão comum tem o nome incluído do SPC e não consegue mais crediário. No caso de inadimplência dos municípios, a lei impede que as certidões necessárias para firmar convênios sejam emitidas, o que impossibilita as cidades de conseguir obras ou verbas. Centro de Convivência do Idoso - Foto: Daniel Silva Com o “nome limpo”, Cidade Ocidental atraiu novas obras no início do atual mandato. Agora se concentra em retomar as ações prejudicadas por governos anteriores, através de falhas nas prestações de contas e outras questões judiciais. Algumas dessas obras já estão prestes a serem finalizadas. É o caso do Centro de Convivência do Idoso, a ser instalado em frente à Secretaria de Infraestrutura. O local deve ser um local de convergência das ações voltadas para os cidadãos da terceira idade, com atividades, atendimento e espaço de convivência para os atendidos. A obra já teve a parte final licitada e a empresa vencedora deve entregar a obra ainda no segundo semestre deste ano. Em situação um pouco mais complicada, a creche do Parque das Américas, no Jardim ABC, fora embargada pela equipe do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por irregularidades nas prestações de contas. A verba, que vinha do governo federal, foi bloqueada até que se apurassem as responsabilidades. No atual governo as contas foram corrigidas, a verba recuperada e o processo de licitação devem ser finalizados em, no máximo, 30 dias. Mas, segundo o prefeito Fábio Correa, a ordem para a empresa que vai realizar a obra é de acelerar as máquinas e entregar o estabelecimento de ensino ainda este ano. ESTRADA PARQUE O caso da estrada parque Dom Bosco é o mais delicado das obras em andamento atualmente. Com 60% da estrutura concluídos, a obra foi paralisada por questões técnicas e de clima, ainda no ano passado. Sua retomada, de acordo com o secretário Alexandre Xavier, está prevista para março. A demora se justifica por questões administrativas do governo do Estado, principalmente pela troca de governo. Há,...

Em dois anos, Ministro do Turismo elevou em 280% dinheiro guardado em casa

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, elevou em 280% o valor em dinheiro vivo mantido em casa num intervalo de dois anos. Entre as eleições de 2016 e 2018, a reserva em espécie guardada por ele passou de R$ 105 mil para R$ 400 mil. Os valores foram declarados à Justiça Eleitoral.Eleito em 2018 para o segundo mandato de deputado federal por Minas Gerais, Marcelo Álvaro bancou do bolso 64% de sua campanha. Também recebeu doações da mãe, Vilma Penido Dias, e verbas do PSL. Ele declarou ter injetado na campanha R$ 383 mil por meio de transferências bancárias eletrônicas.À Justiça Eleitoral, Marcelo Álvaro declarou a posse apenas de recursos em espécie, em moeda nacional - nenhuma conta bancária ou aplicação financeira. Ele ainda declarou um apartamento no bairro Buritis, em Belo Horizonte, e sociedade em uma empresa, a Voice Lider - os mesmos bens são informados por ele desde 2012.O ministro afirmou que uma parte dos recursos usados na campanha integrava a reserva de R$ 400 mil em espécie declarada e que sua evolução patrimonial é condizente com seus vencimentos - um deputado recebe R$ 33,7 mil brutos. Por meio de nota, a assessoria da pasta do Turismo disse que o ministro seguiu a lei. "A evolução patrimonial de Marcelo Álvaro Antônio é totalmente condizente com os ganhos de parlamentar acrescidos de rendas extras como aluguel de imóvel devidamente declarado", destacou o comunicado, sem detalhar valores nem informar qual imóvel era alugado. "O ministro manteve a quantia em espécie conforme declarado, porque é um direito assegurado."Na eleição passada, a Receita Federal, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e a Justiça Eleitoral decidiram monitorar candidatos que declarassem quantias elevadas em dinheiro vivo. Os órgãos suspeitavam que as declarações eram usadas como manobra para esconder caixa 2. Técnicos desses órgãos desconfiavam que os candidatos informavam possuir valores em espécie que, na verdade, não tinham. Era o chamado "colchão" para lavagem, conforme definem integrantes dos órgãos de controle. Para investigadores, casos assim podem configurar "pré-lavagem de dinheiro".As contas do ministro foram aprovadas com ressalvas pela Justiça Eleitoral. Por inconsistências na prestação, como falta de notas fiscais e erros em CPFs de doadores, o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) cobra a devolução de R$ 33 mil ao partido - decisão da qual o ministro recorre.Continua depois da publicidade Aproximação Marcelo Álvaro Antônio é o único deputado do PSL com cargo no primeiro escalão na Esplanada. Evangélico da Igreja Maranata, aproximou-se do presidente Jair Bolsonaro no ano passado. Estava a poucos metros de distância do então candidato quando Bolsonaro recebeu uma facada durante campanha em Juiz de Fora (MG). Ele...

Trabalhador levará 40 anos para chegar a 100% da aposentadoria

O Ministério da Economia confirmou nesta quarta-feira, 20, que os brasileiros que ganham acima de um salário mínimo precisarão contribuir por 40 anos para conseguir se aposentar com 100% do salário de contribuição (cujo teto hoje é de R$ 5,839 mil). Para quem ganha o piso, nada muda, uma vez que o texto proíbe o pagamento de qualquer aposentadoria abaixo de um salário mínimo (hoje, em R$ 998). Mesmo assim, essa regra deve ser um dos focos de resistência dos parlamentares durante a tramitação no Congresso Nacional. O ministério também confirmou que os segurados que ganham mais de um salário mínimo vão ter direito a 60% do benefício ao completar 20 anos de contribuição - que passaria a ser o tempo mínimo de contribuição, hoje em 15 anos. A cada ano adicional, são conquistados mais 2 pontos porcentuais. Por exemplo, quem conseguir ficar 35 anos recolhendo para a Previdência vai receber 90% do salário de contribuição. A regra vale tanto para o INSS quanto para o regime dos servidores públicos, embora o tempo mínimo de contribuição a ser exigido seja diferente. Enquanto no INSS será de 20 anos, para o funcionalismo seria de 25 anos. Para professores, que, pela proposta, seriam contemplados com idade mínima menor (60 anos), a exigência seria de 30 anos de contribuição. Informações do Jornal O Estado de São Paulo - Estadão.

Bolsonaro entrega hoje reforma da Previdência ao Congresso

Depois de mais de um mês de discussões entre as áreas econômica e política do governo, a principal proposta da área econômica será apresentada hoje (20). Às 9h30, o presidente Jair Bolsonaro irá à Câmara dos Deputados, acompanhado de ministros, entregar a proposta de reforma da Previdência, que pretende instituir idades mínimas de aposentadoria para os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada. Bolsonaro entregará o texto ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Na Casa, a proposta passará primeiramente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), depois irá para uma comissão especial, antes de ir a plenário. Se aprovada em dois turnos por pelo menos três quintos dos deputados (308 votos), a reforma segue para o Senado. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil Durante o dia, o presidente gravará um pronunciamento explicando a necessidade de reformar a Previdência. Elaborado em conjunto pela equipe econômica e pelo gabinete presidencial, o discurso será transmitido à noite em cadeia nacional de rádio e televisão. Explicações O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, também participarão da cerimônia de entrega do texto. Da Câmara dos Deputados, eles irão direto para o 3º Fórum de Governadores, que ocorre nesta quarta-feira. Guedes e Marinho apresentarão a proposta para os chefes estaduais. Atualmente, sete estados estão em situação de calamidade financeira em meio a orçamentos comprometidos com a folha de pagamento e com as aposentadorias dos servidores locais. Enquanto Guedes e Marinho estiverem explicando a proposta aos governadores, técnicos da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho detalharão todos os pontos da reforma da Previdência a jornalistas. Na semana passada, Marinho confirmou que o texto proporá a idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com calendário de transição de 12 anos. Detalhes Entre os detalhes a serem divulgados hoje estão as mudanças nas aposentadorias especiais de professores, policiais, bombeiros, trabalhadores rurais e profissionais que atuam em ambientes insalubres. Também serão informadas as propostas para regras como o acúmulo de pensões e de aposentadorias e possíveis mudanças nas renúncias fiscais para entidades filantrópicas. Falta saber ainda como ficarão o fator previdenciário, usado para calcular o valor dos benefícios dos trabalhadores do setor privado com base na expectativa de vida, e o sistema de pontuação 86/96, soma dos anos de contribuição e idade, atualmente usado para definir o momento da aposentadoria para os trabalhadores do setor privado. Em relação aos servidores públicos, ainda não se sabe qual será a proposta para a regra de transição. Também nesta quarta-feira,...

CONCURSOS

Mil aprovados no último concurso da PF devem ser chamados até 2020

O anúncio foi feito pelo presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edivandir Paiva, na última sexta-feira (15/02), durante o lançamento do novo site da entidade sindical. Ele também defendeu novo concurso para suprir cerca de 4,5 mil cargos vagos De acordo com Paiva, o Ministério da Justiça e a PF estão trabalhando na aprovação de orçamento para uma nova turma de formação dos aprovados no último concurso. A primeira será em junho deste ano, e a próxima, no primeiro semestre de 2020. Esses mil concursados vão preencher parte das 4,5 mil vagas. https://www.youtube.com/watch?v=SCJlz5ns_6I Com informações do Blog do Servidor.

Candidatos pedem inclusão de excedentes no concurso da PMDF

Aprovados em número excedente no atual concurso da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) estão pedindo que cerca de 500 candidatos sejam incluídos no cadastro reserva do certame. Para isso, eles pedem a quebra de uma cláusula de barreira do edital que limita os convocados. O concurso, que teve início em maio de 2018, oferece 500 vagas imediatas e outras  1.500 para cadastro de reserva.  Em protesto, um grupo de cerca de 120 pessoas se concentrou em frente ao Palácio do Buriti na manhã desta terça-feira (5/2) para reivindicar a alteração do item 18.1 do edital de abertura. De acordo com o item, "serão considerados aprovados no concurso público somente os candidatos que realizaram com êxito todas as etapas mencionadas no edital e que estejam classificados dentro da quantidade de vagas indicadas". De acordo com um dos líderes do grupo, Kennedy Mota Gonçalves, esta cláusula de barreira é prejudicial para várias áreas envolvidas e impede que os excedentes, mesmo aprovados em todas as etapas do concurso, sejam aproveitados pela PMDF. "É ruim tanto para a administração pública, que  deixa de aproveitar novos policiais, quanto para a sociedade que fica a mercê da insegurança e também é prejudicial para a corporação que hoje sofre um déficil alto de policiais", disse. O grupo levou faixas para chamar a atenção de autoridades. "Governador: contamos com o senhor para retirar a cláusula 18.1 do edital do concurso da PMDF. A cláusula viola o artigo 11 do Decreto Federal n° 699/2009 e a decisão 844/2018 do TCDF. Concorremos com 50.448 candidatos. Em todas as fases passaram cerca de 2.410 e a PMDF tem 7.300 vagas para serem preenchidas. Por questão de justiça todos os aprovados devem ir para cadastro reserva", dizia uma das faixas. Candidatos protestaram em frente ao Buriti, nesta terça-feira Após o protesto, eles foram recebidos por aguns deputados. De acordo com Kennedy, na reunião foi debatida a cláusula de barreira e a importância de repôr o efetivo da PMDF.  " Nosso pedido está sendo analisado pelo deputado Hermeto, pela Casa Civil do DF e pelo deputado Cláudio Abrantes", ressaltou. O Governo do Distrito Federal informou ao Correio que o chefe da Casa Civil, Eumar Novacki, considerou plausível a reivindicação apresentada pelos candidatos do concurso da PMDF e determinou à equipe técnica avaliar a situação, junto com a Secretaria de Segurança Pública. Os candidatos também alegam que o mesmo edital, no item 23.7.1, informa que a administração poderá  nomear candidatos aprovados...

Quer ser um militar? Veja como são os concursos das Forças Armadas

Alguns anos antes de sua eleição, a figura de Jair Bolsonaro – entre frases de efeito e acenos ao militarismo – gerou curiosidade por parte da população. Com a faixa presidencial no peito e 22 ministros empossados, o interesse aumenta: afinal, qual é a formação dos sete militares no primeiro escalão do governo federal? Segundo professores de cursos preparatórios para concursos de carreira militar, a figura do capitão do Exército que se tornou presidente pelo voto popular renovou a perspectiva de muitos brasileiros sobre as Forças Armadas. “Com o Bolsonaro na mídia, as pessoas voltaram a se interessar pelos militares, começaram a ver que a formação desse profissional é extensa. Ninguém vira coronel de uma hora para outra. O presidente colocou em voga as qualidades desses profissionais”, comenta Glauco Leyser, professor de física e dono de cursinho que leva seu nome. De fato, a opção pela vida militar tem, entre outras prerrogativas, a formação continuada. Todo concursado passa por um curso ao entrar nas forças armadas, que pode durar de nove meses a cinco anos, a depender do certame. Depois disso, ao longo dos 30 anos de cada carreira nas Forças Armadas, o servidor é encorajado a procurar conhecimento: desde aulas de paraquedismo à imersão em algum idioma. As adições ao currículo, associadas ao tempo de serviço, contam na hora de obter patentes superiores. Os concursos de maior prestígio das Forças Armadas são os de oficiais: a Escola Naval, na Marinha; a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), no Exército – pela qual o presidente e seu vice, o general Hamilton Mourão, passaram –; e a Academia da Força Aérea (AFA), na Aeronáutica. Para participar, é preciso ter concluído o ensino médio e ter entre 18 e 22 anos. Esses certames funcionam como verdadeiros vestibulares, ou seja, aprovados, os jovens aspirantes e guardas-marinha passam por cinco anos de curso nessas escolas e dali saem com o equivalente ao ensino superior no currículo. A carreira de oficiais é a única que permite ao servidor chegar aos mais altos postos nas instituições: almirante de esquadra (Marinha), general de exército ou tenente-brigadeiro (Aeronáutica). Até 2015, não era permitido às mulheres fazerem o concurso da Aman. No ano seguinte, foi constituída a primeira turma mista de jovens oficiais, que vão se formar em 2021 – a instituição reserva 400 vagas para homens e 40 para mulheres. Em três décadas, o Brasil poderá ter suas primeiras generais de exército do sexo feminino. Embora a descrição mais simplificada dos concursos para o oficialato das Forças Armadas seja a de um vestibular, os certames são diferentes. O candidato deve ter noções sólidas de...

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O Distrito Federal perdeu em quarenta e quatro dias o equivalente a onze Batalhões da PM

No ano de 2008 o Blog Policiamento Inteligente apresentou um relatório sobre o efetivo da Polícia Militar do Distrito Federal. Neste período, o efetivo era de 15.206 homens e mulheres. De lá para cá, ocorreram a formação de 4 turmas do Curso de Formação de Praças (foram realizados dois concursos), ocorreu uma reestruturação da Corporação e vários "batalhões" foram criados, mas o efetivo gira em torno de um pouco mais de 12 mil homens e mulheres.  Vários candidatos ao governo do Distrito Federal prometeram fazer concursos para ingresso de mil policiais por ano, dentre eles: Arruda, Agnelo e Rollemberg,  mas foram apenas promessas não cumpridas.  No dia de ontem uma listagem de 103 policiais, publicada no DODF, fez com que o número de policiais aposentados somente no ano de 2017 ultrapassasse mil e cem policiais. É como se 11 (onze) Batalhões da Cidade Estrutural tivessem sido fechados somente este ano. Um dos fatores que tem influenciado os Policiais Militares a pedirem a reserva remunerada é o medo de modificações na lei previdenciária que será discutida até julho. Além disso, a falta de perspectivas de promoções na Corporação também tem contribuído para a aposentadoria em massa. Grande parte dos policiais que estão aposentando são subtenentes e sargentos que não veem mais possibilidades de promoções nos próximos anos. A falta de fluidez na carreira é o grande desmotivador para os policiais mais experientes. Este ano a quantidade de aposentadorias pode ultrapassar dois mil pedidos. A previsão é de que 5 mil policiais militares deixem a corporação nos próximos três anos. Um fato assustador, já que a lei 12.086/09 limita a quantidade de soldados a apenas 5.564, sendo assim, nos próximos 3 anos o governo está limitado a chamar apenas três mil e quinhentos novos soldados. Veja quantos policiais foram aposentados nos últimos 44 dias com base nas publicações do DODF, com seus respectivos dias e quantitativo de PM´s aposentados: 02.01.2017= 134 - 09.01.2017= 40 - 13.01.2017= 74 -18.01.2017= 79 - 20.01.2017= 74 - 23.01.2017= 74 - 25.01.2017= 60 - 27.01.2017= 94 - 03.02.2017=273 - 13.02.2017=146 - 21.02.2017=103. TOTAL = 1.151

Delegado, além de prender policiais militares por usurpação de função, os chama de milicianos

Uma matéria do Portal Metrópoles, intitulada Delegado chama policiais militares de "milicianos" e aciona MPDFT,  foi alvo de discussões acalaloradas nos grupos policiais. Segundo o site o Plantonista da 12ª DP acusa PMs de "usurpar" funções de investigação e diz que prática pode fazer Brasília voltar "aos tempos de ditadura". Dois policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar, em Taguatinga, foram indiciados por usurpação de função pública na terça-feira (31/01). O caso foi registrado pelo delegado Thiago Boeing Schemes da Silva, Plantonista da 12ª DP (Taguatinga Centro). Segundo o Portal Metrópoles, na ocorrência, ele chegou a chamar os militares de "milicianos"e afirmou que, se os PM´s seguirem com os "trabalhos de investigação", Brasília vai voltar aos tempos de ditadura". A Briga de egos e vaidade de alguns integrantes dos órgãos de segurança pública demostra o quanto algumas pessoas estão despreocupadas com a melhoria do atendimento a população do Distrito Federal. Inicialmente, o sargento Anderson Pinho e o cabo Flavio Alvin contaram à Polícia Civil que, na manhã de terça (31/1), estavam em um veículo descaracterizado quando receberam uma mensagem informando sobre um carro, do modelo Jetta, que havia sido roubado. Ao patrulhar a região de Taguatinga, eles conseguiram localizar o automóvel, estacionado na CSM 7, próximo ao Mercado Sul. Os militares entraram em contato com o proprietário. A vítima compareceu ao local e retirou o veículo. A população pouco entende que existe uma polícia que age antes do crime e outra que age depois, mas ela sente na pele que o criminoso está agindo impunemente em nossas cidades. Enquanto isso, polícia briga com polícia e os bandidos ficam cada vez mais organizados e unidos no cometimento de crimes. O Jetta estava ao lado de um Peugeot 208. Após análise, os PMs verificaram que também se tratava de produto de roubo. Os militares perseguiram o condutor do segundo veículo até a QSA 25, onde o abordaram, prenderam e levaram à DP. O suspeito afirmou que o automóvel não era dele e, sim, de um cliente da oficina em que trabalha. Foi arbitrada uma fiança no valor de R$ 10 mil. Como não foi paga, o suspeito permaneceu detido. Diante destes fatos o delegado avaliou que os policiais militares fizeram "investigação" e que tal fato configura usurpação de função pública. Investigar, segundo os manuais, é a busca da autoria e materialidade durante a condução do Inquérito Policial. Segundo informações colhidos em grupos de policiais militares os policiais acusados de "usurpação" de função pública já conseguiram recuperar e devolver aos donos de veículos roubados e furtados mais de 120 carros. Temos certeza que a população agradece. O delegado afirmou durante a entrevista ao site que a dupla tem, sistematicamente, realizado abordagens e conduzido suspeitos à central de flagrantes. "Em quase...

Policiais mutilados levam calote de seguradora contratada pelo GDF

Responsáveis pela segurança da população e atuando em atividades de alto risco, os 23,7 mil policiais civis, militares e bombeiros do Distrito Federal contam, desde 2008, com um seguro de vida que poderia ser um alento às famílias em caso de acidentes graves ou morte em serviço. O problema é que alguns servidores chegaram a ter membros amputados e até mesmo perderam a vida em trabalho, mas as famílias, até hoje, não receberam a indenização. Tudo porque a seguradora que prestava o serviço até 2014, a FederalPrev, faliu. Segundo denúncias de policiais e bombeiros, entre 2008 e 2014, nenhum servidor recebeu os valores do seguro na época em que era operado pela FederalPrev. O primeiro caso em que uma família conseguiu ter acesso ao pagamento ocorreu em 2015, já com a nova empresa, contratada em 2014, a Previsul. A ocorrência em questão se refere ao sargento Reginaldo Vieira, morto em serviço em 15 de março de 2015, no Paranoá. A indenização ficou em R$ 130 mil. Mas os casos de quem não consegue o benefício se multiplicam, como o do primeiro sargento da PM Adriano Ricardo Ferreira, 40 anos. Na tarde de 4 de setembro de 2013, Ferreira teve o antebraço direito amputado após sofrer uma acidente com a viatura durante uma perseguição policial. A capotagem ocorreu na L2 Norte. Mesmo tendo direito ao seguro, ele precisou acionar a Justiça para tentar receber o recurso. O processo ainda tramita e não houve decisão a respeito do caso. O benefício é pouco divulgado. Fui saber que tinha direito seis meses depois do acidente. À época, a seguradora responsável era a FederalPrev, que funcionava no Setor de Rádio e TV Sul. Depois de 15 dias que entreguei os documentos, voltei ao local e a sala estava vazia. A empresa havia sido liquidada" Adriano Ricardo Ferreira, primeiro sargento da PM Sem receber o benefício e sem ter a quem recorrer, o militar entrou com um processo na Justiça para tentar resolver a situação. A angústia da espera mantém viva a lembrança do acidente que mudou completamente a vida do policial. Ele teve que sair das ruas, atividade na qual mais se identificava, e assumir tarefas burocráticas no setor administrativo da corporação. As sequelas, segundo Ferreira, são sentidas até hoje. “Esse processo do seguro me desgastou bastante. Fora que ainda sinto dores devido à amputação. A minha última cirurgia foi em agosto de 2016. Ela estava marcada para 2015, mas não pude fazer por conta dos problemas com o convênio da PM”, destacou. Morte em serviço A família de outro sargento da Polícia Militar também recorreu à Justiça para conseguir receber o seguro. A mulher, que não quis ter o nome divulgado, contou que o marido perdeu a vida em julho de 2013, em um acidente de trânsito, quando saía do trabalho. “Ele morreu de farda, estava em serviço. Deixou uma...

Mais uma viatura da PM capota após passar sobre poça de óleo

Uma viatura da Polícia Militar capotou no viaduto de ligação do Núcleo Bandeirante para a Candangolândia por volta das 15h20 desta segunda-feira (13/2). Segundo a assessoria de comunicação da PMDF, havia apenas um policial no veículo, que sofreu apenas lesões leves e foi encaminhado pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Maria Auxiliadora no Gama. A perícia da Polícia Militar foi acionada para apurar as causas do acidente. Segundo relato do servidor que conduzia a viatura, havia óleo na pista. Por essa razão, ele perdeu o controle do veículo. Nos últimos anos, ao menos 25 viaturas da PMDF capotaram, sendo que o caso mais grave resultou na morte do cabo Renato Fernandes da Silva, 37 anos, em 5 de fevereiro do ano passado. Em julho de 2016, a PMDF publicou edital de licitação para renovar a frota de viaturas. O valor estipulado foi de R$ 57,88 milhões. A ideia é comprar até 400 veículos para substituir as Mitsubishi Pajero, adquiridas em 2012, e consideradas inseguras para as atividades diárias da corporação. Policiais militares relatam que a direção costuma travar fazendo com que eles percam o controle do veículo. Uma viatura do Guará (VTR 2575) em 2016 chegou a travar as rodas em uma curva, vindo a rodar na pista e por pouco não capotou. A solução encontrada pelas autoridades responsáveis foi retirar a viatura de uma área e mandá-la para outra. Entenda o que pode acontecer com as viaturas Pajero enquanto o policial dirige: https://www.youtube.com/watch?v=hohyG0C5J4M&feature=youtu.be Com informações do Site Metrópoles e Facebook de Aderivaldo Cardoso

A polícia atua em todas as áreas: uma empresa multi-uso 

Polícia Militar único órgão presente e atuante em todas as áreas do Distrito Federal

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